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F1 - Ferrari entende falha no carro de Leclerc na Hungria: Não houve problema no chassi

As análises continuam a ser feitas, mas equipe só tem até sábado para fazer qualquer tipo de mudança antes do GP da Holanda no fim do mês

Charles Leclerc, Ferrari

Charles Leclerc conseguiu um feito que parecia completamente impossível para a Ferrari: colocou o SF-25 na pole position para o GP da Hungria e, por grande parte da corrida, teve total controle sobre Oscar Piastri, que estava em segundo. Porém, o resultado acabou sendo completamente frustrante para o monegasco e para a garagem italiana de Fórmula 1.

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Leclerc terminou a corrida apenas em quarto, com uma punição de cinco segundos (que não fez diferença nenhuma no resultado, já que Fernando Alonso (em quinto) terminou mais de 20 segundos depois do carro de Maranello), e sem conseguir atacar ou se defender de George Russell e Piastri para manter o pódio.

Para o último stint do monegasco, a Ferrari mudou a pressão dos pneus e colocou o piloto de volta na pista com compostos duros. As teorias eram de que a equipe estava tentando evitar o desgaste excessivo da prancha do carro e, assim, não ser desclassificado após a análise da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) depois da corrida.

Durante as voltas, Leclerc levantou a teoria de que falta de ritmo se dava por algum problema encontrado no chassi. Russell classificou esse comunicado como uma possível mentira, dizendo que a equipe nunca admitiria que estava quase fora das regras.

Agora, o Corriere della Sera revela que a Scuderia continua estudando os dados para entender qual foi o verdadeiro problema e negou que tenha sido algum problema com o chassi do SF-25. No entanto, é muito provável que eles entendam que, de fato, o desgaste excessivo da prancha foi o que causou a lentidão do carro.

Charles Leclerc, Ferrari

Charles Leclerc, Ferrari

Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images

A troca na pressão dos pneus se deu porque a equipe tentava evitar a mesma situação que enfrentou com Lewis Hamilton no GP da China. O heptacampeão foi desclassificado da corrida, pois seu carro estava abaixo da altura permitida.

A equipe também havia mudado a configuração do motor, para algo mais conservador, tentando exatamente evitar que o carro fosse 'esmagado' no final das retas e, com isso, a prancha se desgastasse mais do que o permitido.

Essa semana é crucial para a equipe de Maranello. O motivo? A partir da meia-noite de sábado (no horário local), eles precisam fechar as portas da fábrica e não podem mais mexer, analisar ou fazer mudanças nos carros durante 15 dias. Essas são regras da FIA sobre as férias da F1 que não podem ser quebras de maneira alguma.

O trabalho no simulador pode ser importante para entender como eles irão se comportar na volta da categoria, no GP da Holanda, entre os dias 29 a 31. Agora, a Ferrari precisa encontrar respostas do porquê seu carro não consegue ser competitivo em pista e nem se aproxima das McLarens, muitas vezes ficando aquém das Mercedes.

Também é importante ressaltar que, por mais que as análises e estudos continuem, é altamente improvável que a Ferrari leve grandes atualizações para as 10 últimas corridas da temporada, isso porque, agora, ela já estava se voltando mais para o carro de 2026, quando haverá o início do novo regulamento.

BERNIE quer BORTOLETO na FERRARI, Hamilton MAL, McLAREN: balanço da F1 no meio do ano e RAFA CÂMARA!

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