F1: Ferrari reutilizará motor de Barcelona nos testes do Bahrein
Scuderia quer avaliar o real potencial da unidade de potência 067/6 após sinais positivos surgidos no shakedown na Catalunha
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A Ferrari usará a mesma unidade de potência do shakedown em Barcelona nos testes de pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein, assim como provavelmente farão outras fabricantes. A Scuderia quer descobrir qual será a durabilidade do motor 067/6 e os engenheiros liderados por Enrico Gualtieri não têm intenção de usar uma segunda para a primeira das duas semanas na pista do Sakhir que começam na quarta-feira (11).
Se os planos forem cumpridos, é fácil imaginar que a equipe de Maranello possa completar todas as sessões com apenas um motor, embora as regras dos testes não imponham restrições às equipes, como acontecerá durante o campeonato, quando as escuderias serão autorizadas a usar apenas três unidades de potência sem sofrer penalidades em um calendário que, mais uma vez este ano, terá 24 GPs e 6 corridas sprint.
Com a nova geração de unidades de potência (50% da potência vem do V6 turbo à combustão e os outros 50% do motor elétrico), a FIA também decidiu estender a vida útil das unidades individuais: até 2025, cada piloto podia usar quatro unidades de potência, o que significava cobrir 6 etapas dos 24 com um motor, enquanto em 2026, com apenas três unidades disponíveis, a duração deve chegar a 8 GPs.
Ferrari SF-26: in Bahrain verrà usato lo stesso motore di Barcellona
Foto di: Ferrari
Portanto, é possível entender o quanto o exercício da confiabilidade é um tema fundamental para quem deseja almejar um resultado importante no início da nova era técnica.
É justamente em Sakhir que a Comissão de F1 deve se reunir para discutir a proposta do PUAC (Power Unit Advisory Committee) de modificar a verificação da taxa de compressão pela FIA, que não seria mais feita em temperatura ambiente, mas sim com o motor quente.
E, se o PUAC (Comitê Consultivo da Unidade de Potência) reunia apenas os fabricantes de unidades de potência, na Comissão de F1 também estarão representadas as equipes, o que pode alterar as relações de força, e não é certo que a proposta, que nasceu da maioria dos fabricantes de motores (Honda, Ferrari, Audi e Red Bull-Ford, que se uniu às outras na última assembleia) para impedir que a microcâmara de combustão adicional da Mercedes seja aprovada.
O papel da Federação Internacional será muito importante na fase de discussão, já que Vincent Pereme, o especialista em motores, havia dado o aval para a solução das 'Flechas de Prata'. Resolver a questão das unidades de potência permitiria iniciar o campeonato de 2026 evitando que haja reclamações logo após a primeira corrida na Austrália.
Na Gestão Esportiva da Ferrari, há o desejo de descobrir qual é o potencial real do 067/6 nos primeiros três dias de trabalho no Bahrein. E, por enquanto, isso é o que mais importa.
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