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F1: FIA rejeita recurso da McLaren por punição aplicada a Norris nos EUA

Lando Norris foi punido na última volta do GP dos Estados Unidos, no Texas, em embate com Max Verstappen; reunião entre equipe e órgão aconteceu nesta sexta-feira

Lando Norris, McLaren MCL38

Foto de: Zak Mauger / Motorsport Images

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) recusou o recurso pedido pela McLaren em relação à punição aplicada a Lando Norris no GP dos Estados Unidos de Fórmula 1.

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A equipe papaia argumentou, sem sucesso, que os comissários tomaram uma decisão incorreta ao penalizar Norris no Documento 69 (do sistema da FIA) no fim de semana em Austin. Foi exatamente este documento que o time de Woking apresentou como um "novo elemento significativo e relevante que não estava disponível para a McLaren no momento em que os comissários tomaram a decisão" de penalizar Lando. 

A McLaren tentou argumentar que Norris tinha conseguido passar à frente de Max Verstappen na disputa da Curva 12 no final do GP dos Estados Unidos e por isso ele passou a ser um carro defensor e não mais um atacante, quando o holandês disparou para trás para alcançar o vértice da curva à frente, antes de ambos se afastarem e Norris ultrapassar na zona de escape larga. 

Para que o procedimento do direito de revisão chegasse à segunda fase, que neste caso seria um novo caso para avaliar se a penalização seria anulada, todas as equipes que iniciam este processo têm que provar aos comissários que o que estão argumentando como novas provas é "significativo", "relevante", "novo" e "indisponível no momento da decisão".

A audiência no paddock do GP do México - com a participação dos comissários de Austin participando em vídeo - durou apenas 25 minutos, enquanto o chefe da McLaren, Andre Stella, e o diretor de corridas Randeep Singh, apresentavam seus argumentos. Também estiveram presentes representantes da Red Bull, incluindo o diretor esportivo Jonathan Whwatley e funcionários da FIA, com o responsável por monolugares, Nikolas Tombazis. 

Singh argumentou que a McLaren acreditava que o “Documento 69” era um elemento novo significativo e relevante porque “o documento para a decisão continha uma declaração incorreta e que [portanto] evidenciava um erro objetivo, mensurável e comprovável cometido pelos comissários” - de acordo com o documento da FIA que anunciava que o direito de revisão tinha sido rejeitado.

A equipe papaia disse “que a declaração [no ‘Documento 69’] era que ‘o Carro 4 estava a ultrapassar o Carro 1 por fora, mas não estava ao nível do Carro 1 no ápice' e que ‘a declaração acima estava errada porque a McLaren tinha provas de que o Carro 4 já tinha ultrapassado e estava à frente do Carro 1 ’na zona de frenagem”.

Stella argumentou que “o caso da McLaren era uma ‘explicação juridicamente sofisticada’ e instou os comissários a reconhecerem que se tratava de um caso substantivo, especialmente em comparação com casos anteriores de direito de revisão”.

Wheatley afirmou que a Red Bull considerava que nenhum dos quatro critérios do direito de revisão tinha sido cumprido neste caso e disse, também de acordo com o documento relevante da FIA, que “tendo em conta o ‘sarrafo muito elevado’ que é estabelecido (no artigo 14.º do Código Desportivo Internacional da FIA) para uma petição bem sucedida de um direito de revisão, é ‘extremamente oneroso’ estabelecer a existência do novo elemento”.

A McLaren, no entanto, acreditava que as provas apresentadas satisfaziam o 'nível elevado' exigido e também “declarou que achava que devia haver outra forma de corrigir as decisões tomadas numa corrida”. 

Tendo adiado a audiência, os comissários de Austin decidiram centrar-se apenas num dos elementos do direito de recurso - a relevância - e declararam que “o conceito de que a decisão escrita (Documento 69) era o elemento novo significativo e relevante, ou que um erro na decisão era um elemento novo, não é sustentável e é, por conseguinte, rejeitado”.

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