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Os pilotos da F1 terão um desafio nas primeiras curvas de Silverstone com o DRS aberto graças a uma zona extra acrescentada para o GP da Inglaterra.

Carlos Sainz Jr, Scuderia Scuderia Toro Rosso STR12 sparks

Com a FIA continuando sua tentativa de aumentar as oportunidades para ultrapassagem, uma terceira zona de DRS será colocada na reta de chegada em Silverstone neste fim de semana.

A localização dela é especialmente intrigante, já que, com a Abbey e a Farm sendo ambas feitas de pé embaixo com pouco combustível, isso significa que os pilotos terão a opção de deixar o DRS aberto durante as curvas.

Tal cenário pode deixar as coisas mais desafiadoras para os pilotos, já que isso fará com que haja menos pressão aerodinâmica na traseira, ou seja com um risco maior de deixar a parte de trás do carro arisca.

O diretor de provas da F1, Charlie Whiting, disse: “Não é uma zona grande, mas o interessante é que eles podem deixá-lo aberto durante a curva 1 se eles quiserem.”

“Uma vez que eles ativem após a curva 18, na saída da última curva, ela só se fecha se o piloto freia ou recua. Eles poderão ir às curvas 1 e 2 com o DRS aberto. Vamos ver.”

É a primeira vez que tal cenário acontece, com os pilotos tendo a opção de contornar uma curva de alta velocidade com a asa traseira aberta.

Sucesso da Áustria

Ao refletir sobre o GP da Áustria, Whiting acredita que o acréscimo deu ma terceira zona de DRS, entre as curvas 1 e 3, foi um sucesso.

Muitos pilotos chegaram a temer um cenário “Mario Kart”, em que as ultrapassagens fossem fáceis demais.

“Acho que ajudou um pouco, na verdade. Certamente ajudou na F2”, explicou Whiting. “Mas acredito que isso deu a eles uma chance melhor para ultrapassagem. Com frequência vimos carros se aproximando mais do que fariam na curva 3.”

“Então, víamos com frequência ultrapassagens na curva 4. Então, acho que funcionou bem. Não acho que deixou fácil demais como alguns pilotos achavam que deixaria.”

Reportagem adicional de Maria Reyer

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