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Neozelandês falou sobre abordagem do time austríaco, dizendo que é normal "ser deixado esperando" por uma decisão

Liam Lawson, Racing Bulls Team

Liam Lawson, Racing Bulls Team

Foto de: Rudy Carezzevoli / Getty Images

Conhecida por escolhas impiedosas para suas duplas de pilotos, a Red Bull ainda não confirmou quais serão seus titulares em 2026, além, é claro, de Max Verstappen. Com a mudança de regulamento pela qual a Fórmula 1 irá passar no ano que vem, essa decisão toma cada vez mais importância. Atualmente na Racing Bulls, Liam Lawson falou sobre isso durante o fim de semana do GP de Singapura. 

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"Honestamente, eu adoraria saber amanhã", disse sobre as escolhas do time austríaco sobre seu futuro dentro da equipe. "Mas claro, nesse ambiente [Red Bull], é normal ser deixado esperando por um tempo, então é assim que estamos no momento". 

O neozelandês começou 2025 como companheiro de equipe de Verstappen na Red Bull, porém, foi substituído por Yuki Tsunoda depois da segunda etapa, na China, e transferido para a Racing Bulls. Desde então, ele tem tido uma temporada de altos e baixos, pontuando em cinco ocasiões e tendo como melhor resultado um quinto lugar no GP do Azerbaijão. 

No entanto, do outro lado da garagem da Racing Bulls, está Isack Hadjar, vice-campeão da F2 em 2024 e que tem se mostrado um oponente difícil de bater. O franco-argelino teve um começo de temporada complicado, mas encontrou seu ritmo e, com 39 pontos, é nono colocado no campeonato de pilotos, enquanto Lawson é 14º, com 30. 

"Eu sei que a única coisa sobre a qual tenho controle é minha performance no carro. Então, até eu ter essa resposta [sobre o futuro na Red Bull], isso é tudo no que focarei. Acho que, a menos que você tenha um contrato plurianual... E, ainda assim, se você conhece contratos da F1, eles podem, de certa forma, ser feitos para serem quebrados", continuou o neozelandês. 

Além de Lawson, Hadjar e Tsunoda, outros nomes apareceram nas últimas semanas como postulantes às vagas da Red Bull na F1. Arvid Lindblad, piloto de 18 anos da F2 e que faz parte do programa de desenvolvimento do time austríaco, parece ser o primeiro na fila para a promoção e Alex Dunne, competidor da F2 pela Rodin, deixou o programa de jovens pilotos da McLaren e foi recentemente elogiado por Helmut Marko

"No fim do dia, o único momento no qual você está seguro é quando está performando bem. Não acho que há muitos pilotos, a não ser os principais, que se sentirão seguros nesse esporte. Mas isso não é exatamente uma sensação nova, estamos muito acostumados. É algo que, especialmente no programa da Red Bull, nos é apresentado desde muito jovens, sabendo que a única maneira de subir na hierarquia é tendo desempenho. Essa pressão está sempre presente", adicionou Lawson. 

Apesar de ainda não estar confirmado para o ano que vem, o neozelandês está trabalhando nas preparações para o novo conjunto de regras que irá estrear no ano que vem: "Naturalmente, os pilotos que estão no cockpit no momento farão esses preparativos iniciais. Obviamente, quando uma decisão for tomada, isso vai permanecer igual ou mudar. Mas, por enquanto, são apenas preparações muito iniciais para o próximo ano, nada muito grande. Para nós, como pilotos, o foco está muito mais neste ano e nas corridas que estamos disputando agora". 

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