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F1 - Magnussen: Quinto lugar com "carro mais forte do pelotão do meio" é um resultado "doido"

Apesar de reclamar de um pouco de dor no pescoço, dinamarquês da Haas ficou surpreso ao ver que não estava tão cansado

Kevin Magnussen, Haas VF-22, is greeted by his team at the finish

Kevin Magnussen acredita que a Haas teve o carro mais forte do pelotão do meio da Fórmula 1 na abertura da temporada, no GP do Bahrein, e descreve seu quinto lugar na corrida como "doido".

O dinamarquês foi liberado pela Haas no final de 2020 e passou o último ano na IMSA com a Chip Ganassi, antes de assinar um contrato com a Peugeot em seu novo projeto de Hipercarro para Le Mans.

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Mas ele foi rapidamente chamado novamente pela Haas, para ocupar a vaga de Nikita Mazepin pouco antes do início dos testes no Bahrein. No fim de semana, levou a equipe ao Q3 pela primeira vez desde 2019, terminando a corrida em quinto, como o melhor do pelotão do meio.

Magnussen, cuja vaga no Cadillac da Ganassi foi ocupado por Neel Jani nas 12 Horas de Sebring do último sábado, vencendo a prova, estava a caminho de terminar em sétimo antes do abandono das Red Bulls, que o levaram para quinto, o melhor resultado do time desde o GP da Áustria de 2018.

Falando após a corrida, Magnussen disse: "Foi muito divertido, gostei demais. É muito bom estar de volta a essa posição, tenho que dizer parabéns à toda a equipe".

"Nós éramos o carro mais forte do pelotão do meio, eu pude ver a Mercedes praticamente a corrida toda. Sei que tivemos um safety car no final e isso ajudou, mas é uma história totalmente diferente do passado. Venho dizendo isso o fim de semana todo, mas mal posso acreditar pela oportunidade que tive aqui. Quinto lugar, é doido".

Kevin Magnussen, Haas F1 Team

Kevin Magnussen, Haas F1 Team

Photo by: Andy Hone / Motorsport Images

Magnussen reconheceu que seu pescoço estava "bem duro", mas disse que está "melhor do que achei que estaria" do ponto de vista da forma física.

"Achei que estaria bem mais cansado. Mas quando você está em uma boa posição, ganha uma energia extra e eu certamente estava bem".

Mas Magnussen defende que a equipe não ficará dependente da exibição no Bahrein, mantendo o foco na batalha do pelotão do meio para o futuro.

"O pelotão do meio é nosso foco, e sabemos da sorte que tivemos com a Red Bull. Se terminarmos em sétimo em Jeddah, será basicamente o mesmo de hoje. Apenas tivemos a sorte de conquistarmos quatro pontos a mais".

Magnussen explicou que "pegou pesado demais com os pneus" no primeiro stint, o que o fez parar duas voltas antes do planejado, mas que conseguiu estender o segundo, também com composto macio, para retornar à estratégia original.

"Conseguimos fazer tudo certo com os engenheiros, forçando do jeito certo nas curvas mas críticas e tudo mais. Certamente tenho mais ainda, mas acho que todos estão apenas aprendendo, se acostumando com os novos carros".

F1 AO VIVO: Ferrari? Red Bull? E a Mercedes? Tudo sobre o GP DO BAHREIN, ABERTURA da F1 2022 | PÓDIO

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