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F1: McLaren e Honda iniciam conversas para nova parceria de motores em 2026; faz sentido?

A informação é do site inglês The Race, que ponderou: quaisquer contatos em andamento entre as partes estão em estágio inicial; veja mais detalhes do flerte

Fernando Alonso, McLaren MCL32

Confirmada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) como uma das fabricantes de unidades de potência homologadas para a disputa da temporada 2026 da Fórmula 1, quando a categoria terá um novo regulamento de motores, a Honda estaria iniciando negociações com a McLaren para substituir a Mercedes como fornecedora do time de Woking, reeditando uma parceria de altos e baixos entre as partes na elite global do esporte a motor.

A informação é do site britânico The Race, que destacou o fracasso da aliança no período entre 2015 e 2017, marcado pelas fortes críticas do espanhol Fernando Alonso, então piloto da equipe britânica, à montadora japonesa.

O editor recomenda:

De todo modo, ponderou a publicação, quaisquer conversas em andamento entre as partes estão em estágio inicial. Isso porque, de acordo com o veículo jornalística, a fabricante nipônico estaria pesando o quanto vale a pena seguir na F1 após o fim da atual parceira com a Red Bull.

Por outro lado, destaca o The Race, a escuderia inglesa, que teve motores Renault entre 2018 e 2020, ainda está decidindo se vale a pena seguir como cliente da Mercedes ou buscar outro fornecimento de unidades de potência.

O fato é que a Honda, parceira da Red Bull desde 2019 e da AlphaTauri (antiga Toro Rosso) desde 2018, decidiu, no fim de 2020, que iria deixar a F1 no fim de 2021. Naquele ano, porém, o holandês Max Verstappen foi campeão mundial com a 'RBR'.

Em 2022, a Honda chegou a um acordo com o time anglo-austríaco para seguir a parceria técnica através da Red Bull Powertrains. Depois, tal vínculo foi estendido até o fim de 2025. Entretanto, para 2026, a Ford será a nova parceira da RBR, de modo que a Honda busca uma equipe cliente.

Caso de fato opte por seguir na F1 para o ciclo de motores entre 2026 e 2030, a marca de Sakura pode se apoiar no fato de que os novos regulamentos de unidade de potência serão mais alinhados à filosofia atual da montadora, conforme pondera o The Race a seguir.

"O próximo ciclo pode ser visto como mais compatível com metas de neutralidade de carbono da Honda, uma vez que os híbridos funcionarão com combustíveis 100% sustentáveis e sintéticos e os sistemas de recuperação de energia terão aumento significativo na produção de energia elétrica."

O site também ressalta que, tendo em vista a parceria entre Red Bull e Ford, a Honda provavelmente confirmou seu interesse no novo ciclo de motores da F1 sabendo que não teria o grupo de energéticas como cliente. Além disso, a Williams também é especulada como parceira.

Neste sentido, "um acordo com a McLaren seria mais espetacular, considerando como a parceria terminou anteriormente", salienta o veículo jornalístico. Qualquer contato entre as partes, porém, não significa uma preferência por parte do CEO da McLaren, Zak Brown, conforme o The Race.

Este informa, inclusive, que o dirigente norte-americano teria visitado as instalações da Red Bull Powetrains, de modo que uma 'McLaren/Red Bull-Ford' não é uma possibilidade digna de total descarte.

A Audi, que adquirirá a Sauber e tem como CEO o ex-McLaren Andreas Seidl, também é uma opção de parceira, diz o site. Houve, inclusive, um rumor de que a marca alemã poderia comprar o time de Woking, o que teria sido recusado por Brown. E o CEO disse, em novembro de 2022, estar "muito feliz com a Mercedes", de modo que a atual aliança pode continuar para o próximo ciclo de motores da F1. 

Como a Red Bull-Ford impacta Honda, Porsche e toda a F1; veja debate

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