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F1: McLaren: Rodada tripla foi "dolorosa" com apenas quatro pontos conquistados

Chefe da McLaren lamentou sequência de azares, mas afirmou que isso faz parte do esporte, e espera fim de temporada forte

Daniel Ricciardo, McLaren MCL35M, in the pits

O chefe da McLaren, Andreas Seidl, admitiu que a recente rodada tripla da Fórmula 1, com os GPs do México, São Paulo e Catar, foi uma experiência "dolorosa" para a equipe, ao conquistar apenas quatro pontos ao longo de três semanas.

Tendo sido uma forte candidata à terceira posição do Mundial de Construtores na chegada ao GP do México, uma série de incidentes e azares impactaram Daniel Ricciardo e Lando Norris.

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Apesar de mostrar um bom ritmo com o carro, Ricciardo se envolveu em uma batida na primeira volta do México com Valtteri Bottas, comprometendo sua prova, além de abandonar o GP de São Paulo com uma fissura na unidade de potência, além de terminar fora da zona de pontos no Catar, graças a um erro no sistema que o forçou a conservar combustível de forma excessiva.

Com isso, apenas Norris trouxe pontos para a equipe, mas mesmo o britânico não teve vida fácil, com dois décimos lugares no México e no Brasil, além de um furo no pneu que lhe custou uma quinta posição, terminando em nono, totalizando quatro conquistados em três provas.

Assim, a Ferrari não apenas conseguiu ultrapassar a McLaren como também a equipe italiana abriu impressionantes 39,5 pontos de vantagem com apenas duas provas restantes. Refletindo sobre a sequência difícil, Seidl disse que os pontos conquistados não refletem o potencial real do pacote da equipe.

"Acho que precisamos aceitar que foi uma sequência difícil para toda a equipe. Trazer apenas quatro pontos em três corridas é obviamente doloroso", explicou. "Mas também, se olharmos para o que aconteceu e como perdemos tantos pontos, as coisas fugiram de nosso controle por azar. E isso é parte do nosso esporte".

"O lado bom e que vimos a diferença [no Catar] e que tínhamos um carro competitivo, dois pilotos que eram competitivos na pista e a equipe fez um bom trabalho nas paradas. Então temos que voltar com tudo para a Arábia Saudita".

Enquanto Seidl diz que a equipe está tentando compreender porque Ricciardo teve que enfrentar essa economia excessiva de combustível, reconhece que Norris teria terminado com uma boa quantidade de pontos se não fosse o inesperado furo no pneu no fim da prova.

Daniel Ricciardo, McLaren MCL35M, Sergio Perez, Red Bull Racing RB16B

Daniel Ricciardo, McLaren MCL35M, Sergio Perez, Red Bull Racing RB16B

Photo by: Charles Coates / Motorsport Images

"Do meu ponto de vista, acho que teria sido quarto ou quinto por méritos. É obviamente uma pena ainda maior que tenhamos esse furo, porque após dois finais de semana de pouca sorte para nós no Brasil e no México, teria sido bom simplesmente conquistar um bom resultado, independente da batalha que temos no Mundial de Construtores".

A McLaren não tem uma explicação imediata para o que possa ter levado ao furo no pneu de Norris, mas a equipe deixou claro que, mesmo que não consiga superar a Ferrari nas duas corridas finais do ano, um final do ano forte será encorajador para 2022.

"Infelizmente, com a falha no pneu, perdemos a oportunidade, então essa rodada tripla não nos ajudou. De vez em quando acontece isso no esporte. Para nós, é sobre garantir que sigamos lutando nas duas corridas finais porque, enquanto seja teoricamente possível, vamos dar o nosso melhor no Mundial de Construtores".

"Mas, independente disso, simplesmente queremos terminar o ano em alta, conquistando bons resultados novamente a caminho das férias".

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