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F1: Mercedes precisava de choque para ousar com inovações do carro, diz Wolff

Estar fora de ritmo no começo do ano foi o impulso para uma mudança ousada de conceito que veio com o W14B

George Russell, Mercedes F1 W14, Esteban Ocon, Alpine A523, in the pit lane

A Mercedes persistiu em 2023 com seu problemático carro-conceito de 2022, o W13, acreditando que a redução do porpoising revelaria o verdadeiro potencial do novo W14, modelo feito para atual temporada da Fórmula 1. Contudo, foi preciso um 'choque' para que a equipe realmente inovasse de forma ousada o carro e voltasse a apresentar um bom desempenho na pista.

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Porém, nos testes da pré-temporada, no Bahrein, a equipe de Brackley ficou ainda mais atrás da Red Bull do que no fim de 2022, o que levou a uma decisão difícil de mudar o conceito do assoalho, dos sidepods e da suspensão no meio da temporada, com o W14 renovado estreando no GP de Mônaco.

No entanto, foi o GP da Espanha do último fim de semana, no Circuito de Barcelona-Catalunha, de alta força descendente, que deu à Mercedes uma amostra mais representativa do sucesso ou não de sua ousada mudança de direção.

E no domingo, Lewis Hamilton e George Russell terminaram em segundo e terceiro, respectivamente, para garantir um pódio duplo ficando atrás apenas do vencedor Max Verstappen, o que validou a decisão de mudança de rumo por parte do time de Brackley.

De acordo com o chefe da equipe, Toto Wolff, a Mercedes precisou de um alerta no início da temporada, quando não estava competitiva, para avançar em direção ao seu novo conceito.

"Acho que só precisávamos do choque no início da temporada para entender que não estava indo para frente, não havia muito mais ganho de desempenho", disse Wolff à Sky Sports F1 após o resultado desse domingo.

"Então isso deu uma sacudida e seguimos em frente. Há prazos de entrega, você precisa projetar peças, é preciso produzi-las e a equipe da fábrica fez um excelente trabalho para que tivéssemos tudo isso no carro."

Toto Wolff, Team Principal and CEO, Mercedes-AMG

Toto Wolff, Team Principal and CEO, Mercedes-AMG

Photo by: Mark Sutton / Motorsport Images

"Estou muito feliz pelo trabalho árduo que foi feito no Reino Unido, em Brixworth e em Brackley. Tomamos algumas decisões para seguir em outra direção, mudamos muitas peças que pensamos que poderiam ser variáveis que não entendemos completamente. Foi uma manobra arriscada, mas todos seguiram em frente e conseguimos um bom carro."

Wolff advertiu que a Mercedes ainda tem muito trabalho pela frente para alcançar a Red Bull e que primeiro precisa confirmar sua reviravolta no GP do Canadá, daqui a duas semanas, já que seu carro estava "em uma mega janela" em Barcelona.

Mas, embora Hamilton tenha terminado a 24 segundos de distância do dominante RB19 de Verstappen, o austríaco insistiu que a diferença real não foi tão grande.

"Acho que foi menor. Lewis, no final, estava controlando, provavelmente em torno de 15 segundos", acrescentou. "E em 66 voltas, isso ainda é muito. Não é onde queremos estar. Acho que estamos muito mais perto, mas você vê onde está a referência."

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