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F1 não tem pressa para definir futuro de GP do Brasil e outras corridas

CEO da categoria, Chase Carey falou como e quando poderá dar sequência ao complemento do campeonato de 2020

Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W10 leads Max Verstappen, Red Bull Racing RB15, Sebastian Vettel, Ferrari SF90, Alexander Albon, Red Bull RB15 and Charles Leclerc, Ferrari SF90 at the restart

É improvável que a Fórmula 1 finalize o restante do calendário de 2020 até o final de junho, pois está evitando decisões precipitadas nas corridas remarcadas.

Após ter que suspender as 10 primeiras corridas do ano devido à pandemia de Covid-19, a F1 confirmou a parte europeia do calendário, com oito corridas na manhã desta terça-feira.

A temporada começará com corridas consecutivas na Red Bull Ring, na Áustria, no início de julho, iniciando uma série de oito GPs em 10 semanas.

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O cronograma confirmado se estendeu até o GP da Itália em 6 de setembro, com datas a serem confirmadas para corridas na Ásia, Américas ou no Oriente Médio.

A F1 continua confiante em alcançar sua meta de uma temporada de 15 a 18 corridas, que termina em dezembro, mas o CEO Chase Carey disse que não haveria pressa em finalizar o restante do calendário.

"Não vamos dar um prazo neste momento", disse Carey em entrevista ao site oficial da F1. "Com a fluidez da situação, um prazo criaria pressões que podem não ser corretas e realistas para a situação, por isso estamos pensando em objetivos.”

“Nossa meta seria antes do final de junho para, se não concluir o restante do calendário, é estarmos próximos disso. Sabemos o que gostaríamos de tentar fazer.”

"Temos outras opções se algumas coisas não derem certo. Algumas corridas que estão no calendário podem ainda não ocorrer. Acho que certamente temos opções.”

Espera-se que as corridas no Azerbaijão, Rússia, Japão, Vietnã, China, Estados Unidos, México, Brasil, Bahrain e Abu Dhabi sejam realizadas a partir de um cronograma revisado.

A F1 tem como objetivo organizar eventos na Ásia até setembro e outubro, antes de seguir para as Américas, seguida pela sequência de Bahrein e Abu Dhabi para encerrar a temporada.

Os promotores do GP do México divulgaram um comunicado na terça-feira dizendo que esperavam manter a data original de 1º de novembro.

A decisão de cancelar a etapa japonesa da MotoGP em Motegi levou a dúvidas sobre a corrida da F1 em Suzuka, já que possuem o mesmo promotor, enquanto as equipes foram informadas de que os eventos em Singapura e Canadá não devam ir adiante.

Carey enfatizou a importância de aprender o máximo possível sobre a execução segura dos eventos antes de assumir compromissos firmes no calendário.

Espera-se que as corridas anunciadas ocorram a portas fechadas, com presença reduzida de equipes, bem como um rigoroso programa de testes para a Covid-19.

"Queremos ter certeza de que fazemos o que é certo, mas nesses tempos, a segurança ainda é a principal prioridade", disse Carey.

"Estamos em águas desconhecidas. Certamente continuamos a ter uma falta de visibilidade além de um prazo bastante curto. Estamos envolvidos com todos os nossos promotores e estamos em uma discussão ativa com todos eles, todos lutando para ter a mesma visibilidade."

Top-5: As melhores corridas de F1 em Interlagos, que faz 80 anos

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