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F1: Nova regra da FIA exigirá carros majoritariamente pintados a partir de 2026

Segundo a federação, a medida foi adotada para aprimorar a diferenciação entre os carros

Franco Colapinto, Alpine

Foto de: Clive Rose Getty Images

Após a reunião da Comissão de Fórmula 1 na sexta-feira (14), a FIA indicou que, a partir de 2026, a maior parte dos carros deverá ser pintada ou coberta com adesivos para diferenciar melhor os monopostos de cada equipe.

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O ano de 2026 marcará uma novidade na F1 com a imposição de uma parte obrigatória da carroceria que deverá ser pintada ou coberta por adesivos, com o objetivo de distinguir melhor a identidade visual das equipes e dos carros na pista.

Os debates sobre o assunto foram particularmente acalorados entre os espectadores e fãs da modalidade nos últimos anos, já que a chegada da era de carros com efeito solo, em 2022, trouxe uma dificuldade maior para as equipes atingirem o peso mínimo.

Embora o peso sempre tenha sido uma questão importante na F1 na busca pelo desempenho, as economias até agora tinham sido limitadas no aspecto cosmético. No entanto, nos últimos anos, as equipes não hesitam em sacrificar parte de sua identidade visual – ou seja, as cores que exibem através da pintura na carroceria – preferindo deixar áreas (às vezes a maior parte do carro) de fibra de carbono "à mostra", o que pesa menos na balança do que cobri-las com tinta.

Essa questão poderia se tornar ainda mais relevante para 2026, já que os monopostos deverão ser cerca de 30 quilos mais leves, ao mesmo tempo em que precisarão transportar baterias capazes de armazenar uma grande quantidade de energia recuperada na frenagem. O motor de 2026 terá sua potência dividida igualmente entre a parte V6 turbo de combustão interna e a parte elétrica.

La fibre de carbone

A fibra de carbono "à mostra" tornou-se uma tendência nos últimos anos na F1 para economizar peso.

Foto de: Zak Mauger / LAT Images via Getty Images

Já há algumas vozes que se mostraram pouco otimistas quanto à capacidade das equipes de atingir, ou mesmo se aproximar, dos 768 kg mínimos. E, claro, reduzir ainda mais a decoração poderia ser ainda mais tentador.

A Comissão de F1 desta sexta-feira discutiu o tema e decidiu validar uma medida que vai impor que 55% da superfície dos carros (vistos de lado e de cima) seja "coberta por uma pintura ou adesivo, em oposição às superfícies onde a fibra de carbono está à mostra". O comunicado acrescenta: "O objetivo dessa medida é aumentar a diferenciação visual entre os carros".

Em outro tema, mas que também diz respeito indiretamente às pinturas: os pilotos terão a possibilidade de solicitar a troca do número permanente. Esse sistema foi introduzido na F1 em 2014 e essas medidas ainda dependem de validação pelo próximo Conselho Mundial do Esporte a Motor.

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