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F1: Petronas quer o GP da Malásia de volta no calendário a partir de 2026

Evento está ausente desde 2018 e a Reuters revelou que há o interesse da Petronas em recolocar a corrida no calendário por conta do crescente interesse do público

Felipe Massa, Williams FW40

A Malásia quer voltar a fazer parte do calendário da Fórmula 1. A notícia foi divulgada pela agência de notícias Reuters nesta manhã e revela que a Petronas tem todas as intenções de trazer a pista de volta à categoria 'rainha', depois de abandoná-la no final de 2017.

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O objetivo é voltar ao calendário a partir de 2026, ou seja, daqui a dois anos, e parece ter sido revelado durante uma reunião realizada pelo presidente da empresa malaia e Tengku Muhammad Taufik Aziz ontem, embora ninguém na Petronas tenha sido autorizado a falar com a imprensa.

As fontes da Reuters não puderam ou não quiseram explicar os motivos do desejo de voltar à Fórmula 1, mas está claro há um crescente interesse do público pelo retorno da Malásia ao calendário.

Tanto o governo da Malásia quanto a Fórmula 1 se recusaram a comentar esse boato, mas está claro que a alta administração da categoria de referência do automobilismo sobre quatro rodas pretende continuar expandindo o calendário nos próximos anos.

A chegada de Madri e a despedida quase certa de Barcelona são uma primeira indicação disso. A possível permanência de Imola e o igualmente possível retorno da Malásia ampliariam ainda mais um calendário já muito extenso, tornando a F1 cada vez mais próxima do que é a NASCAR nos Estados Unidos em termos de eventos a serem realizados.

Também não se deve esquecer que a Petronas continua a ser a patrocinadora titular da Mercedes na categoria. A empresa petrolífera da Malásia patrocina a equipe desde 2010, quando assumiu as ações da equipe Brawn GP que se tornou campeã mundial em 2009.

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