F1: Piloto da Alpine é intimado pelo exército e pode perder habilitação
Paul Aron não se apresentou para o serviço militar obrigatório na Estônia, mas a sua equipe jurídica já lidou com a situação
Foto de: Sam Bagnall / Sutton Images via Getty Images
Ser um atleta e mediar as suas responsabilidades como cidadão são verdadeiros desafios. Para pilotos de Fórmula 1 que têm nacionalidades em que o serviço militar é obrigatório, a situação é ainda mais complicada e Paul Aron sabe bem disso.
O piloto reserva da Alpine enfrenta uma investigação por parte do governo da Estônia, seu país natal, pois não compareceu a avaliações médicas para checagem de aptidão no exército nacional.
Segundo o Õhtuleht, jornal estoniano, Aron recebeu sete intimações e notificações oficiais solicitando sua presença em um órgão do governo para as avaliações médicas. Agora o piloto é alvo da Agência de Recursos de Defesa da Estônia.
Os homens estonianos entre 18 e 27 anos são obrigados a se apresentar ao serviço militar de maneira obrigatória para treinar com as unidades de reserva das Forças de Defesa.
Aron também acumulou uma multa de 1.940 euros (R$ 10.835) e pode perder a sua habilitação para dirigir carros de rua.
A assessoria jurídica de Aron já interveio e agendou o exame necessário antes do prazo final para regularizar a situação do piloto estoniano.
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