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F1 poderia ter 32 GPs, porque hoje todo mundo quer um, diz Domenicali

CEO da categoria volta a falar sobre expansão do calendário enquanto equipes discutem impacto disso nos funcionários

Sergio Perez, Red Bull Racing RB19, Fernando Alonso, Aston Martin AMR23, prepare to lead the field away at the start

O boom atual na popularidade da Fórmula 1 atrai potenciais novas praças e mercados, fazendo com que o CEO Stefano Domenicali diga que o calendário poderia ter até 32 GPs, "porque todo mundo quer um".

Desde que a Liberty Media assumiu o comando da F1, o calendário da categoria vem expandindo pouco a pouco, chegando ao recorde de 23 GPs em 2023. Originalmente, a temporada teria 24 provas, mas a F1 optou por não substituir o GP da China, cancelado devido às políticas de Covid-19 do país.

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Com um teto de 24 GPs determinado pelo Pacto de Concórdia atual, a categoria não descarta expandir esse número para 25. E falando na conferência SportNXT em Melbourne nesta semana, Domenicali indicou que, caso a categoria quisesse, esse total poderia ser muito maior.

"Hoje já poderíamos ter mais de 30, talvez até mesmo 32 GPs, porque todo mundo quer um", disse o CEO, antes de afirmar que a categoria está satisfeita com o teto atual de 24 etapas.

Em 2023, a categoria terá a adição do GP de Las Vegas ao calendário, enquanto negocia o retorno da África do Sul, para que a F1 possa correr em todos os continentes. Além destas, a direção do Mundial e promotores já falaram sobre a possibilidade de adicionar novas corridas na China e na Arábia Saudita.

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