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F1: Quais números os pilotos usarão em 2026 e a história por trás das escolhas

Na atual temporada, teremos 22 pilotos com motivos diferentes para escolherem o algarismo que define suas marcas pessoais

Charles Leclerc, Ferrari, Lando Norris, McLaren

Foto de: Guido De Bortoli / LAT Images via Getty Images

Desde 2014, os pilotos de Fórmula 1 devem escolher um número pessoal, o qual os acompanharia até o fim de suas carreiras na categoria. A partir de 2026, no entanto, eles poderão trocá-lo a cada início de temporada. Aqui, o Motorsport.com te conta a história por trás de cada escolha.

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Segundo o novo regulamento de 2026, o piloto pode solicitar uma mudança de número antes da lista de inscritos ser publicada, ou seja, qualquer período do ano regente até janeiro da próxima temporada, e a mudança acontecerá no ano seguinte.

Por exemplo, Max Verstappen, que não conquistou o título em 2025, enviou uma solicitação para que ele pudesse correr com o #3, ao invés do #33, antes de janeiro de 2026, uma vez que ele não terá mais o direito de defender o #1, que é reservado exclusivamente para o atual campeão.

Lando Norris, que conquistou seu primeiro título em 2025, manterá o #4 reservado enquanto for campeão. Caso ele conquiste o bicampeonato nesta temporada, ele pode manter o #1 para 2027 ou voltar ao seu número original e assim segue até que outro vencedor seja coroado.

No caso de um piloto deixar o grid, como, por exemplo, Yuki Tsunoda, ele tem até duas temporadas completas para voltar e manter seu número anterior. Caso contrário, na terceira temporada, o numeral estará disponível.

Lando Norris - 1 (4)

Lando Norris defende o #4 desde que entrou na F1 e nunca soube explicar o motivo para a escolha. O motivo é simples e ele diz que o número encaixa perfeitamente para substituir o 'A' de seu nome na logo L4N. Ele mantém para sua marca pessoal, a LN4.

Em 2026, o britânico confirmou que defenderá o #1, aproveitando ao máximo ter conquistado o título de 2025, já que "não sabe quando conseguirá novamente".

Lando Norris, McLaren

Lando Norris, McLaren

Foto de: Steven Tee / LAT Images via Getty Images

Max Verstappen - 3

Depois de perder o título de 2025, Verstappen decidiu dar uma repaginada em sua marca e abriu mão do #33, assumindo o #3, que anteriormente era usado por Daniel Ricciardo. O holandês precisou pedir a autorização do australiano, uma vez que o número seguiria indisponível até o fim do ano.

O tetracampeão sempre quis usar o #3 porque é um número que lhe remete sorte e sua infância.

Gabriel Bortoleto - 5

O brasileiro continuará estampando o número #5, agora, no carro da Audi, mesmo número que era usado por Sebastian Vettel.

O piloto confirmou que escolheu o número por já ter um bom histórico no mundo do automobilismo e ele pretende conquistar o mesmo ou até mais do que os pilotos que já defenderam o #5.

Isack Hadjar - 6

Hadjar assume a segunda vaga ao lado de Verstappen na Red Bull em 2026. O piloto estreou na categoria com o número #6, trazendo uma certa nostalgia de sua infância.

Pierre Gasly - 10

Gasly também é um dos pilotos nostálgicos que mantém sua história em jogo e optou pelo #10 porque foi o mesmo número que o consagrou campeão na Eurocup Fórmula Renault 2.0 em 2013.

O francês confessa que gostaria de usar o #21, mas já era usado por Esteban Gutiérrez quando ele chegou à F1. Além disso, sua paixão pelo futebol também justifica o #10, que, normalmente, são os craques de cada time.

Pierre Gasly, Alpine

Pierre Gasly, Alpine

Foto de: Mark Thompson - Getty Images

Sergio Pérez - 11

O mexicano já revelou ser fã do atacante Iván Zamorano, que jogava com a camisa 11 no Club América. Pérez escolheu o número desde muito jovem, quando ainda corria no kart. O piloto retorna ao grid defendendo as cores da Cadillac.

Andrea Kimi Antonelli - 12

Aos 18 anos, Kimi Antonelli assumiu o volante da Mercedes sob o número #12. O jovem escolheu o mesmo porque tem Ayrton Senna como sua mais inspiração no automobilismo.

Além disso, o italiano também teve o mesmo número quando conquistou seus primeiros sucessos nas categorias de base.

Fernando Alonso - 14

O piloto espanhol defende o número #14 porque lhe traz sorte e remete a data do dia 14 de julho. Além disso, ele conquistou o campeonato mundial de kart em 1996, aos 14 anos.

Entendeu a referência? Pois é, esse foi o momento que fez o piloto entender que esse é o seu número favorito e da sorte.

Charles Leclerc - 16

Um dos competidores que teve problemas para escolher seu número foi Charles Leclerc. Inicialmente, ele queria correr com o #7, no entanto, já era defendido por Kimi Raikkonen, e o #10, mas já estava com Gasly.

#16 surgiu porque se somarmos, dá 7, mas também remete à sua data de nascimento, dia 16 de outubro de 1997.

Lance Stroll - 18

Assim como Alonso, Stroll escolheu seu número na questão da sorte. Aos 18 anos, ele conquistou o Campeonato Italiano da Fórmula 4 e foi confirmado na F1 na mesma idade.

"Não sou muito supersticioso, mas gosto de me apegar às pequenas coisas que são importantes para mim. Não quero mudar isso", explicou certa vez.

Alexander Albon - 23

Albon tem como ídolo o lendário Valentino Rossi e por isso escolheu o #23. Como certa vez explicou, ele não 'ousou' chegar ao #46, mas quer ser pelo menos metade do piloto que Rossi é, sendo assim, o 23.

Nico Hulkenberg - 27

Hulkenberg deixou a F1 em 2019, mas disputou duas corridas em 2020, substituindo Pérez e Stroll, que haviam sido infectados pela Covid-19, o que permitiu que ele mantivesse seu número até 2023.

Em 2022, ele ainda entrou no lugar de Vettel e conseguiu estender essa exclusividade até 2024, mas retornou em 2023 mesmo.

O número já era conhecido por ter sido usado por Gilles VilleneuveAyrton Senna e Jean Alesi. No entanto, a explicação nada tem a ver com esses nomes. Na verdade, é a soma de seu aniversário: 19 de agosto (19 + 8).

Nico Hulkenberg, Sauber

Nico Hulkenberg, Sauber

Foto de: Sam Bagnall / Sutton Images via Getty Images

Liam Lawson - 30

Liam Lawson segue na Racing Bulls depois de uma temporada abaixo da média, mas conseguiu se manter na vaga. O piloto manterá o #30 escolhido no início da carreira. Ele se inspirou no numeral que era usado no kart e é uma homenagem para seu antigo mentor.

Esteban Ocon - 31

O francês escolheu o número porque foi o mesmo que o consagrou campeão em seu primeiro campeonato de kart na França. Além disso, foi o primeiro que ele usou em seu primeiro teste para a F1.

Arvid Lindblad - 41

O jovem britânico irá assumir o segundo carro da Racing Bulls ao lado de Liam Lawson e escolheu o número 41. Lindblad não deu uma longa explicação sobre sua escolha, mas disse que é um algarismo que lhe acompanha desde as categorias juniores.

Franco Colapinto - 43

Colapinto confirmou que escolheu o #43 para lhe representar por ser seu número na sorte e, principalmente, por ter relação com o número que usou enquanto estava começando a carreira ainda na Argentina.

Lewis Hamilton - 44

Hamilton se mantém nostálgico e relembra sua história ao estampar o #44 no bico do carro.

"Era a matrícula do carro do meu pai, F44, e eu queria levá-la para a F1", contou certa vez.

Quando o heptacampeão escolheu não usar o #1, mesmo após conquistar inúmeros títulos, ele explicou que não queria abrir mão do #44 porque lhe significava muito.

"44 é o meu número especial, e, na verdade, toda a equipe me disse que quando viajam e veem um ônibus com 44 ou um voo, ou assento número 44, eles lembram de mim. Está se tornando parte da vida deles, o que é ótimo, porque é exatamente assim que acontece comigo".

Carlos Sainz - 55

Outro piloto que queria um número que já estava sendo usado foi Carlos Sainz. Na verdade, ele queria usar o 5, que já era de Sebastian Vettel, por isso decidiu apenas duplicar.

Mais tarde, a decisão permitiu a hashtag #Carlo55ainz, assim como Norris se aproveitou do próprio número para criar sua logo.

George Russell - 63

Uma explicação simples para o número de Russell: combina com seu nome. Os dois números formam 'GR' e foi uma boa oportunidade para criar uma boa logo pessoal.

George Russell, Mercedes

George Russell, Mercedes

Foto de: Sam Bagnall / Sutton Images via Getty Images

Valtteria Bottas - 77

Bottas é mais um que se 'frustrou' ao escolher seu número para defender. Inicialmente, ele queria o #7, mas ficava esteticamente feio, então decidiu duplicá-lo. Agora, o finlandês da Cadillac usa em sua marca pessoal como Val77eri Bo77as.

Oscar Piastri - 81

Piastri usou o número #81 esporadicamente durante sua passagem em categorias juniores. Ele começou com o 11 no kart, ainda na Austrália, e mudou para o 81 em outra categoria. Depois ele passou a usar os números designados, mas voltou a competir como #81 na F4 britânica.

Sendo nostálgico, quando foi contratado pela McLaren, decidiu ficar como OP81.

Oliver Bearman - 87

Bearman fez sua estreia na F1 pela Haas e optou pelo #87 porque era o mesmo defendido por seu pai quando ele ainda atuava nas pistas.

Existe um número que seja 'proibido'?

Os pilotos podem escolher entre os números 2 a 99, com exceção do 17. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) 'aposentou' o numeral após o acidente fatal de Jules Bianchi em 2014 no GP do Japão.

Essa decisão marca um ponto de virada importante da F1, já que o acidente e morte do piloto foram responsáveis pela introdução do Safety Car Virtual e o Halo nos carros, que protege a cabeça dos competidores.

Além disso, desde 2014, o #1 fica reservado exclusivamente para o atual campeão. Até o momento, Lewis Hamilton foi o único que escolheu não trocar o #44 depois de conquistar o título.

MARC RETORNA! Aldeguer operado. Biaggi x ROSSI x Márquez... DIOGO, Toprak e cia | HAMILTON RODRIGUES

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