Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

Geral
Geral
Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

MotoGP
MotoGP
Pré-temporada de Sepang
ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Fórmula 1
Fórmula 1
Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Endurance
Endurance
Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso

Geral
Geral
STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso

F1 quer expandir calendário na África e Ásia, mas garante que Europa segue como foco

Stefano Domenicali, CEO da divisão, garantiu que velho continente seguirá firme no cronograma mesmo com novas localidades: "Nascemos aqui e ficaremos aqui"

Stefano Domenicali , F1 CEO, Greg Maffei, Liberty Media CEO

A Fórmula 1 não 'virará as costas' à Europa mesmo com as intenções de expandir seu calendário na África e na Ásia, disse o CEO da categoria, Stefano Domenicali. Em meio a crescentes indicações de que uma corrida sul-africana em Kyalami é o próximo alvo da divisão - e potencialmente já no próximo ano -parece cada vez mais provável que haja alguma forma de mudança no cronograma.

A agenda está atualmente limitada a 24 corridas, e a adição de GPs em Las Vegas e Catar em 2023, bem como o desejo de agrupar corridas regionalmente, gera o risco de que alguns eventos atuais possam cair no esquecimento.

Leia também:

As indicações apontam para um GP da França ocorrendo a cada dois anos, e a etapa da Bélgica também poderia perder uma vaga regular no calendário. O de Mônaco também não está garantido, já que a categoria exigirá uma série de concessões para que o famoso principado consiga um novo contrato.

A Liberty Media, proprietária da F1, concentrou esforços nos últimos anos em expandir o alcance do campeonato nos Estados Unidos. A adição de Miami e Las Vegas ao lado de Austin fez com que a missão fosse alcançada.

Falando no Fórum Business of F1 organizado por Financial Times e Motorsport Network em Monte Carlo na sexta-feira, Domenicali disse que a atenção agora está mudando para a África e a Ásia. No entanto, ele deixou claro que não abandonará corridas europeias clássicas simplesmente para adicionar novos mercados.

"Existem áreas do mundo que querem ter a Fórmula 1, e acho que uma das que queremos nos desenvolver é a africana", disse ele. "Somos uma competição mundial, e não estamos indo para lá."

"Estamos trabalhando muito para garantir esse cenário, onde teremos um GP em breve, e também há o interesse do Extremo Oriente. No entanto, não queremos perder o foco, é claro, na Europa. Nascemos aqui e vamos ficar aqui."

"Vamos tomar a decisão certa, pensando na estratégia e no DNA do esporte, analisando como cada promotor quer se envolver conosco."

Stefano Domenicali , F1 CEO, Greg Maffei, Liberty Media CEO, James Allen, President Motorsport Network

Stefano Domenicali , F1 CEO, Greg Maffei, Liberty Media CEO, James Allen, President Motorsport Network

Photo by: Steven Tee / Motorsport Images

Falando no mesmo evento, a diretora global de promoção de corridas da F1, Chloe Targett-Adams, disse que a série estava focada em obter o equilíbrio certo entre novos mercados e os tradicionais locais europeus.

"Somos um esporte global ", disse ela. “Um ponto de apoio na África é algo em que estamos trabalhando há muitos anos. A Covid-19 nos mostrou que podemos fazer as coisas com rapidez, mas para chegar onde queremos estar estrategicamente, construir o esporte e a base de fãs, leva alguns anos."

"Os Estados Unidos ainda estão em nossa mira, bem como África e a Ásia. Acho que é onde precisamos estar. Se você olhar para a China e a forma como a Covid aconteceu, ficamos fora desse mercado por três anos, e o próximo ainda é um ponto de interrogação."

"Como corremos na Europa também é uma grande questão: garantir que realmente manteremos esse coração do esporte."

"É uma posição maravilhosa porque todos querem uma corrida. Isso nos dá oportunidade de criar o calendário mais estrategicamente focado e orientado ao crescimento que conseguimos fazer por muitos e muitos anos", concluiu.

F1 2022: Rico Penteado traz informações DIRETO DE MÔNACO, além de APONTAR FAVORITOS | TELEMETRIA

Assine o canal do Motorsport.com no YouTube

Os melhores vídeos sobre esporte a motor estão no canal do Motorsport.com. Inscreva-se já, dê o like ('joinha') nos vídeos e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que rola em duas ou quatro rodas.

PODCAST #179: O que Hamilton e Russell podem conseguir com melhora da Mercedes?

 

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Artigo anterior F1: Ferrari diz que será "impossível" não estourar teto de gastos e é apoiada pela Red Bull
Próximo artigo Q4: Leclerc é pole e Verstappen quarto; Pérez e Sainz batem e Russell supera Hamilton em Mônaco

Principais comentários

Últimas notícias