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F1: Renault confirma fim do programa de motores; Alpine deve usar unidade de potência da Mercedes a partir de 2026

A Renault, fabricante francesa de automóveis, confirmou que encerrará seu trabalho seu projeto de motores na Fórmula 1

Pierre Gasly, Alpine A524, Esteban Ocon, Alpine A524

A Renault confirmou nesta segunda-feira que vai encerrar suas operações de motores na Fórmula 1 antes da nova era de regras das unidades de potência entrar em vigor a partir de 2026. 

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Após meses de especulação sobre o futuro da fabricante francesa, com a Alpine há muito tempo em negociações com a Mercedes para um acordo de unidade de potência, o destino de suas operações foi finalmente anunciado. 

Em um comunicado, foi revelado que a fábrica de motores de F1 em Viry-Chatillon, perto de Paris, seria transformada em um centro de engenharia para ajudar a contribuir com a tecnologia de ponta dos futuros carros da Renault e da Alpine. 

A declaração diz que a Viry, no entanto, continuaria seu esforço para forncer o atual motor turbo-híbrido para a Alpine até o fim da próxima temporada: "As atividades de Fórmula 1 na Viry, excluindo o desenvolvimento de um novo motor, continuarão até o final da temporada de 2025", disse o comunicado.

Alpine protestors from Viry-Chatillon

Manifestantes da Alpine em Viry-Chatillon

Foto de: Anaël Bernier - Horizons Multiples

Os projetos - que serão definidos como Hypertech Alpine Centre - incluem o desenvolvimento de um futuro supercarro da Alpine, trabalgo na futura tecnologia de baterias e a pesquisa e desenvolvimento em tecnologias de motores elétricos. 

Viry também continuará a contribuir para outras atividades de automobilismo da Renault, incluindo o programa da Alpine no Campeonato Mundial de Endurance (WEC), bem como projetos de clientes, além de esforços na Fórmula E e no Rally Raid para marcas parceiras.

Apesar de ter abandonado seu motor de F1, a Alpine afirmou que continuaria monitorando os desenvolvimentos nas corridas. O comunicado acrescentou: "Após o processo de consulta e diálogo com os representantes dos funcionários em Viry-Châtillon, a Alpine decidiu estabelecer uma unidade de monitoramento da F1."

"Essa unidade terá como objetivo manter o conhecimento e as habilidades dos funcionários nesse esporte e permanecer na vanguarda da inovação para os vários projetos da Hypertech Alpine."

A Alpine insistiu que todos os funcionários atuais da Viry teriam seus empregos garantidos no futuro.

Protestos de Viry

A confirmação de que a Renault abandonará seu projeto de motor de F1 veio depois de muita controvérsia sobre a ideia de encerrar as operações.

A equipe da Viry protestou contra a medida que, segundo eles, não se justificava, apesar da economia de custos que seria obtida pelo fato de a Alpine seguir o caminho do cliente em vez de financiar seu próprio programa completo de motores.

No entanto, em meio a uma revisão do plano da Alpine para a F1 pelo CEO da Renault, Luca de Meo, e pelo novo conselheiro Flavio Briatore no início deste ano, ficou cada vez mais claro que a rota preferida era adquirir os motores Mercedes a longo prazo.

Além dos benefícios financeiros, a concretização desse acordo significaria que a Alpine teria acesso a um motor que garantiria competitividade, já que atualmente ela conta com um motor que tem pouca potência em comparação com os rivais.

O diretor da equipe Alpine, Oliver Oakes, explicou recentemente que, embora entendesse que a equipe da Viry queria continuar com o projeto de 2026, havia uma série de elementos que de Meo tinha que ponderar.

"Há todos os fatores em jogo, mas acho que, no final das contas, você só quer o melhor motor no carro", disse ele. "Essa é uma decisão que acho que Luca está avaliando no momento."

As discussões com a Mercedes estão em andamento, e nada foi formalmente anunciado ainda com relação a uma futura parceria.

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