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F1: Renault diz que acordo com Red Bull não impactará trabalho com Alpine

Cyril Abiteboul afirmou que o foco da montadora é construir a identidade da Alpine na F1, buscando vitórias no futuro

Signatech Alpine transporter and logo / signage

Com a saída da Honda da Fórmula 1 no final de 2021, Red Bull e AlphaTauri estão no mercado em busca de um novo fornecedor de motores, com a Renault sendo vista como a melhor opção disponível. E para o chefe da equipe francesa, Cyril Abiteboul, um novo acordo com as marcas não impactaria os planos que a montadora tem para o futuro, com a Alpine.

Em sua história na F1, a Renault tem tradição de fornecer unidades de potência para outras equipes além da sua própria, tendo uma parceria em 2020 com a McLaren. A montadora tinha, inclusive, planos de uma parceria mais a fundo com a equipe britânica, mas tudo mudou após a McLaren anunciar que passaria a usar motores Mercedes a partir de 2021.

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Com isso, a Renault passará a fornecer unidades apenas para a sua própria equipe no próximo ano, que passará a ser chamada Alpine. 

Porém, a saída da Honda abriu a possibilidade de uma reunião da Renault com as equipes Red Bull a partir de 2022, após apenas uma temporada sem clientes, o que significa dividir e compartilhar tecnologias novamente.

O regulamento da FIA obriga a Renault a fornecer motores para qualquer equipe que necessite, apesar de que um acordo entre as partes pode ser fechado sem necessidade disso.

Abiteboul insiste que qualquer nova equipe cliente não impactará os planos de foco na equipe Alpine.

"Nenhuma equipe cliente impactará nossa estratégia", disse ao Motorsport.com. "Nossa estratégia é clara, estamos aqui com uma equipe de fábrica e estamos assim porque há pouco benefício em ser apenas uma fornecedora".

"O negócio de ser fornecedor de motores na F1 não é algo que decola e talvez a notícia da Honda seja uma evidência disso. Descobrimos isso em 2014, quando decidimos voltar como equipe e talvez a Honda enfrentava uma situação similar, optando por uma decisão diferente".

"O nosso programa é feito em torno da equipe, particularmente da marca Alpine, e isso não vai mudar. Se tivemos certas obrigações, vamos cumprir, mas nossos esforços serão voltados a esse objetivo estratégico, nos colocando em posição de vencer corridas".

"Acho que outra solução para a Red Bull é encontrar alguém que possa adquirir a propriedade intelectual da Honda. Tenho certeza que ideias como essa estão na mesa. Pegar alguém novo significa não estar pronto em 2022. Isso é certo".

O chefe da Red Bull, Christian Horner, confirmou na semana passada que a Renault é uma opção séria, especialmente após a mudança na direção da marca, com a chegada do novo CEO Luca de Meo.

"Temos que começar a pensar no parceiro para 2022", disse à Servus TV. "Precisamos de uma luz até o fim do ano. Claro, vamos considerar todas as opções. Mas, no fim, Mr. [Dietrich] Mateschitz deve decidir como proceder. Mas o que é importante para nós é termos potência suficiente para desafiar a Mercedes nos próximos anos".

"Claro, eu entendo porque as pessoas assumem que vamos falar com a Renault. Mas, desde a separação, a Renault mudou. A nova direção traz novos ares e mudanças. As coisa estão avançando".

Renault R.S.20

(Temporada 2020)

Renault R.S.20
Motor: Renault
Combustível: BP Ultimate
Pneus: Pirelli

Pilotos:

3 - Daniel Ricciardo

31 - Esteban Ocon

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PODCAST – A Fórmula 1 perde força com a saída da Honda?

 

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