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F1: Renovação de Hamilton pode ter sido abalada após ‘embaraço’ com Mercedes em Mônaco

Piloto britânico largou em sexto na corrida e foi levado aos boxes no final da volta 29 para trocar para pneu de composto duro

Lewis Hamilton, Mercedes, arrives in Parc Ferme

O que aconteceu entre a Mercedes e Lewis Hamilton em Mônaco pode ter consequências na renovação do contrato entre eles, mas também pode ser o momento de fortalecimento de ambas as partes.

A quinta etapa do calendário de 2021 da Fórmula 1, desenhou um cenário que não estava nos planos da equipe alemã com Hamilton perdendo a liderança para Max Verstappen no campeonato de pilotos enquanto a Red Bull assumia o topo no Mundial de Construtores.

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Se excluirmos o ponto da volta mais rápida obtida por Hamilton com tempo de 1min12s909, o britânico talvez tenha estrelado a pior corrida desde que ingressou na categoria.

Desde quinta-feira, Hamilton não se encontrada com o W12: a princípio parecia que a Mercedes poderia estar escondendo o jogo, mas então ficou claro que o time de Toto Wolff não poderia colocar os pneus à temperatura correta, embora a Pirelli tivesse escolhido os três compostos mais macios para o circuito de rua.

Lewis não encontrou confiança com o carro, enquanto seu companheiro de equipe Valtteri Bottas se adaptou mais facilmente ao material disponível. Na corrida, o finlandês foi em busca do líder Verstappen antes de ter problema nos boxes.

Hamilton, por outro lado, terminou na mesma posição em que começou, sétimo, mas apenas porque houve dois abandonos pela frente, caso contrário teria terminado mais atrás, vítima de uma estratégia da Mercedes que não só não lhe permitiu ultrapassar Pierre Gasly, como ainda sofreu perdeu posições para Sergio Pérez e Sebastian Vettel.

Após a classificação, Hamilton teve uma conversa com os engenheiros do time, mediada por Toto Wolff, mas o encontro não teve efeito positivo no resultado de domingo.

A Mercedes introduziu uma grande modificação na frente do W12. A equipe de James Allison também trabalhou nas vantagens aerodinâmicas (para ter mais carga frontal), mas as mudanças introduzidas não se adequaram ao estilo de pilotagem do heptacampeão.

Os comentários de Hamilton acusando a equipe de lhe dar um carro não competitivo, enquanto no passado ele sempre sustentou que "... você ganha e perde juntos", não foram apreciados em Stuttgart, especialmente porque os dois W12s eram idênticos em configuração e afinação.

Lewis, desta vez, foi levado pela emoção do momento, ciente de que o desafio ao longo do ano será bem mais difícil do que o esperado.

Teriam comentado na Alemanha sobre as rachaduras que se abriram na equipe de Toto Wolff, como se o austríaco não tivesse o controle da situação. Essas turbulências tendem a superaquecer um ambiente que, em vez disso, nesta semana, deveria ter chegado à uma renovação do contrato de Hamilton.

No entanto, segundo rumores, houve um esfriamento. A Mercedes estava com pressa para fechar o negócio e o próprio Lewis parecia determinado a assinar um contrato de um ano com a opção de se estender a uma segunda temporada.

A questão, no entanto, seria da exclusiva responsabilidade do chefe da equipe, que tem até meados de junho para garantir que a situação se desembarace.

Em suma, depois do GP da Espanha, merecidamente vencido, parecia que para a Mercedes estava no caminho certo, alimentando as expectativas do oitavo título mundial duplo consecutivo. No entanto, o contratempo em Mônaco trouxe à tona a fragilidade técnica e desportiva que deve nos fazer refletir sobre o que está por vir no resto da temporada. 

EXCLUSIVO: MASSA dá PITACO na crescente RIVALIDADE da F1 entre HAMILTON e VERSTAPPEN

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PODCAST: O que a liderança inédita de Verstappen representa na F1?

 

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