F1: Sainz pede que FIA e FOM "mantenham a mente aberta" para possíveis mudanças no regulamento após teste no Bahrein
Piloto espanhol reconheceu que situação não é fácil, mas deseja que entidades se mantenham flexíveis em relação a possíveis ajustes
Carlos Sainz, Williams
Foto de: Andy Hone/ LAT Images via Getty Images
Titular da Williams na Fórmula 1, Carlos Sainz pediu à FIA e à Formula One Management (FOM) que mantenham uma postura aberta em relação aos novos regulamentos, argumentando que alguns ajustes podem ser necessários.
Agora que os testes de pré-temporada no Bahrein chegaram ao fim, as equipes estão focadas no GP da Austrália, que abre a temporada e acontecerá no fim de semana do dia 8 de março.
Enquanto todos se familiarizam com os novos regulamentos, que apresentam uma divisão praticamente igualitária entre combustão e energia elétrica, entre muitas outras mudanças importantes, Sainz foi questionado pelo Motorsport.com sobre qual será o tamanho do desafio da gestão de energia será em Melbourne.
“Acho que será muito desafiador, com certeza, mas não posso dizer o quanto, porque ainda não fiz as calibrações no simulador sobre o que iremos encontrar em Melbourne [especificamente] ”, disse ele no Bahrein. “Acho que, em geral, minha mensagem para a FOM e a FIA é que, no início do ano, precisamos manter a mente aberta , caso as regulamentações que criamos sejam um pouco exageradas quanto à quantidade de recuperação ou liberação [de energia] que temos que fazer durante uma volta".
"É uma situação pode tornar alguns circuitos aceitáveis, como potencialmente aqui [Bahrein], embora eu ainda ache que aqui não está totalmente aceitável com o que estamos vendo até agora. Mas pistas como Melbourne ou potencialmente Jeddah, que podem exigir mais energia, acho que talvez precisemos ajustar um pouco os regulamentos", continuou.
Carlos Sainz, Williams
Foto: Clive Rose / Getty Images
O espanhol reconheceu que o cenário das entidades organizadoras da categoria "não é fácil", especialmente pelo grau de mudança proporcionado pelos novos regulamentos: "Acho que ninguém conseguiria prever quanto downforce o carro teria, que nível de liberação [de energia] as equipes iriam apresentar. Mas, até agora, eu só pediria para mantermos a mente aberta, caso precisemos fazer pequenos ajustes ou adaptações para melhorar a categoria e o espetáculo", explicou.
“Essa é minha única mensagem. Acho que devemos permanecer flexíveis, em vez de nos comprometermos com um determinado nível de gerenciamento de energia", concluiu.
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