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F1 - Steiner critica McLaren por falta de apoio a Piastri no GP de São Paulo: 'Deviam ter falado com comissários'

Ex-chefe da Haas questionou comportamento do time de Woking, destacando que, mesmo se nada mudasse, a proatividade importa

Guenther Steiner, Miami Grand Prix Ambassador

Ex-chefe de equipe da Haas, Guenther Steiner, criticou a McLaren por não contestar a penalidade de 10 segundos imposta a Oscar Piastri durante o GP de São Paulo de Fórmula 1.

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O piloto australiano recebeu a penalidade de tempo e dois pontos na superlicença após o contato com Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, que levou a uma colisão entre o italiano e Charles Leclerc, da Ferrari. 

"No reinício do safety car na volta 6, o carro 81 (Oscar Piastri) tentou ultrapassar o carro 12 (Kimi Antonelli) na parte interna da curva 1. Ao fazer isso, PIA não estabeleceu a sobreposição necessária antes e no ápice, pois seu eixo dianteiro não estava ao lado do espelho do Carro 12, conforme definido nas Diretrizes de Padrão de Pilotagem para ultrapassagens na parte interna de uma curva", explicaram os comissários.

"PIA travou os freios ao tentar evitar o contato diminuindo a velocidade, mas não conseguiu e entrou em contato com ANT. Esse contato fez com que ANT fizesse um contato secundário com o Carro 16 (Charles Leclerc), que estava posicionado do lado de fora e, como resultado, foi forçado a se retirar da corrida. PIA foi, portanto, totalmente responsável pela colisão. Uma penalidade de tempo de 10 segundos e dois pontos de penalidade são considerados apropriados e consistentes com os precedentes recentes".

A penalidade rapidamente se tornou um ponto de discussão popular após a corrida, com muitos classificando a decisão como "dura". Leclerc, que abandonou após a colisão, argumentou que Piastri não foi o único culpado pelo incidente.

"Acho que, na verdade, Kimi teve tanta culpa quanto Oscar", disse o monegasco à mídia após a corrida. "Para mim, foi um incidente meio 50/50, com Oscar sendo um pouco otimista e Kimi fazendo a curva como se Oscar nunca estivesse lá, o que significa que eles colidiram e depois me tocaram. Para mim, a culpa não é toda de Oscar. Sim, ele foi otimista, mas isso poderia ter sido evitado e estou frustrado". 

Oscar Piastri, McLaren

Oscar Piastri, McLaren

Foto de: Pauline Ballet / LAT Images via Getty Images

Durante uma aparição no The Red Flags Podcast, Steiner argumentou que a McLaren deveria ter contestado a decisão. "Por que vocês não vão lá e pelo menos dizem algo aos comissários? Até Charles Leclerc disse: 'Quero dizer, não foi culpa do Oscar'. Se o outro piloto, que foi eliminado, disser: 'Ei, ele não tem nada a ver com isso. Talvez eu tenha sido um pouco otimista demais'... Ele não disse isso porque não admitiria, mas tinham três carros na curva", falou. 

"Em algum momento, com todas essas regras e interpretações, 10 segundos em vez de cinco e todas essas coisas... até onde vai a competição? Nós simplesmente nos alinhamos e saímos. Todo mundo vai embora como começou. Certifique-se de não olhar para ninguém, pois você receberá uma penalidade. Mas os fãs não gostam disso", continuou. 

Argumentando que, mesmo que o protesto não tivesse sido bem-sucedido, ele teria aumentado o moral da equipe, Steiner acrescentou: "É psicológico também. Obviamente, eu exagerava às vezes, o que não ajuda. Mas, ao expor os fatos, isso mostra que você sabe o que está fazendo. Você mostra que isso e aquilo está errado e apresenta seu ponto de vista. Você vai ganhar? Não se sabe, mas você sempre tem que tentar. Essa é a minha opinião".

"E, como você disse, não apenas os pilotos, mas toda a equipe, as pessoas em casa que têm de voltar a trabalhar na segunda-feira, sabem que todos estão dando o melhor de si. Não é como se tivéssemos deixado passar", concluiu. 

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