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Hannah Schmitz, estrategista-chefe da Red Bull, explica como aconteceu sua decisão vencedora no GP do Catar

Max Verstappen, Red Bull Racing

Estrategista-chefe da Red Bull, Hannah Schmitz, explicou que superou o ceticismo dos colegas para chamar Max Verstappen para os boxes, apesar de ambos os McLaren terem permanecido na pista durante o safety car único no GP do Catar de Fórmula 1.

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A corrida foi afetada pelo safety car na sétima volta, após a batida entre Nico Hulkenberg e Pierre Gasly; essa foi a primeira volta em que os pilotos podiam fazer a parada para uma estratégia de duas paradas, respeitando o limite obrigatório de 25 voltas por stint, implementado devido às preocupações com o desgaste dos pneus na exigente pista de Losail.

Naquele momento, Oscar Piastri liderava Verstappen e Lando Norris; a McLaren não chamou o líder da corrida para os boxes e, apesar da Red Bull ter feito a parada, manteve Norris na pista. Todas as outras equipes aproveitaram o safety car para fazer paradas 'de graça', o que o chefe da equipe, Andrea Stella, admitiu que a McLaren não esperava.

O plano de Schmitz, no caso de um safety car na sétima volta, era que os carros da Red Bull entrassem nos boxes, mas a dúvida surgiu quando se percebeu que os McLaren permaneceriam na pista.

No entanto, ela manteve sua decisão, o que abriu caminho para a vitória segura de Verstappen – e para o fortalecimento de sua luta pelo título.

“Antes da corrida, esse era exatamente o momento em que nossas janelas de safety car e virtual safety car se abriam, e esse era o plano”, explicou Schmitz à Viaplay. “Então, parar os dois carros se o safety car aparecesse na sétima volta. Há uma vantagem enorme em parar durante o safety car quando você precisa fazer duas paradas, para nós, isso era algo claro que deveríamos fazer. E acho que grande parte da equipe de boxes pensava o mesmo".

Hannah Schmitz collects the winning trophy on behalf of Red Bull

Hannah Schmitz recebe o troféu da vitória em nome da Red Bull

Foto por: Lars Baron / LAT Images via Getty Images

“Mas obviamente, na volta de entrada, ouvimos ‘Ah, a McLaren vai ficar na pista’. Todo mundo ficou tipo, ‘Tem certeza? Tem certeza que quer entrar?’ E eu respondi, ‘Sim, eu realmente acho que sim!’ Eu pensei, com certeza essa é a coisa certa a fazer. E assim que vi todo mundo entrando também, pensei, OK, tudo bem. Embora isso signifique que você não tem flexibilidade nenhuma na segunda parada, só a vantagem de ganhar tanto tempo".

A decisão da equipe de não chamar nenhum dos pilotos para os boxes foi curiosa quando tomada e é difícil de entender em retrospectiva; do ponto de vista de Schmitz, isso pode ser uma consequência extrema das ‘regras papaia’ da equipe, projetadas para garantir justiça entre seus pilotos.

Questionada se a McLaren falhou em tomar uma decisão por medo de favorecer um piloto em detrimento do outro, a inglesa disse: “Talvez. Acho que eles estão numa situação muito difícil, onde obviamente querem tratar os pilotos de forma justa. E acho que estamos numa posição para tirar vantagem disso. Então, sim, acho que isso deve ser difícil para eles".

“Mas eles também têm uma boa velocidade em comparação com o resto do pelotão. E talvez estivessem esperando conseguir abrir as diferenças nas paradas e talvez também estivessem preocupados em fazer os stints máximos de 25 voltas. Eu não sou a McLaren, então não sei, mas essa é uma possibilidade".

Bortoleto CONTESTADO e as REAIS chances de NORRIS, VERSTAPPEN e PIASTRI | Apple TV no lugar da GLOBO?

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