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F1| Toto tem ultimato na Mercedes em 2024 e investigação dos Wolff pela FIA decorre de 'guerra de poder' com Sulayem, diz jornal

Segundo o Daily Mail, sócios do austríaco no time anglo-germânico querem carro para enfrentar Red Bull no começo do próximo ano e 'treta política' explica investigação recente; entenda no Motorsport.com

Toto Wolff, Team Principal and CEO, Mercedes AMG, with Mohammed bin Sulayem, President, FIA

Após a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) dar por encerrada a investigação sobre o suposto conflito de interesse entre o casal composto por Toto Wolff, chefe da Mercedes na Fórmula 1, e Susie Wolff, diretora da F1 Academy -- campeonato feminino que é suporte da categoria máxima do automobilismo --, surgem novas polêmicas que envolvem o comandante das Flechas de Prata na elite global do esporte a motor.

Isso porque Toto estaria protagonizando uma guerra por poder com o presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, o que inclusive teria motivado o órgão a 'investigar' o chefe mercedista. Além disso, Wolff também teria recebido um ultimato relativo a 2024, diz o Daily Mail.

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De todo modo, o que está por trás da briga política em que Toto está inserido é o fato de que o austríaco estaria 'se metendo' em todos os assuntos da categoria máxima do automobilismo mundial, segundo o tabloide britânico. "Ele é exagerado, tenta se infiltrar em todos os aspectos do esporte, agindo como seu principal manipulador", informa a reportagem ao repercutir a visão de fontes anônimas. Entretanto, também há quem saia em defesa do 'cartola' da Áustria.

"Há outros que pensam que ele está sendo injustamente 'perseguido' por Sulayem, por ser uma grande figura com pensamentos próprios que vão contra os do presidente da FIA. Este 'circo' não é grande o suficiente para os dois. E, no fim, apenas um homem poderá ficar de pé", reporta o jornal.

Ao Daily Mail, um executivo sênior da F1 afirmou, sob condição de anonimato, que Wolff "quer controlar tudo. Mete o dedo em todas as coisas... Ele basicamente enfiou um revólver na cabeça de Jean Todt e disse a ele: 'ou Michael Masi vai embora ou Lewis Hamilton deixa o esporte'."

Todt foi o antecessor de Sulayem na presidência da FIA, na qual ambos são aliados, e Masi foi o diretor de provas responsável pelo controverso desfecho do GP de Abu Dhabi de 2021, no qual Hamilton, da Mercedes, acabou perdendo o título para Max Verstappen, da Red Bull

Apesar de não ser o mandatário da FIA na data da corrida de Yas Marina em 2021, Sulayem assumiu o cargo cinco dias depois da prova, tendo de lidar com as consequências do evento nos Emirados Árabes Unidos, país de Mohammed. Desde então, há um desgaste entre ele e Wolff.

Recentemente, Sulayem deixou as portas abertas para um possível retorno de Masi à FIA, enquanto Wolff chamou o ex-diretor de provas da F1 de "imbecil" em entrevista exclusiva ao Motorsport.com.

Em outra ponta, Wolff vive um momento tenso na categoria, já que a Mercedes não consegue competir contra a Red Bull desde o início de 2022. Neste sentido, aliás, Toto teria recebido um ultimato: ele tem de provar que o carro de 2024 pode enfrentar Verstappen, senão sairá da chefia.

Além de comandante da equipe anglo-germânica na F1, Wolff é dono de um terço do time, mas seus dois principais sócios, Daimler e Ineos, estariam bem insatisfeitos com os resultados da escuderia, diz o Daily Mail. Será que Hamilton será capaz de brigar pelo oitavo título na F1?

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