F1 - Vasseur minimiza especulações sobre futuro engenheiro de corrida de Hamilton: "Não é o fim da equipe"
Chefe da Ferrari destacou que sucesso depende do time inteiro, 'não apenas de um indivíduo'
Lewis Hamilton estreou pela Ferrari em 2025 e, pela primeira vez na carreira desde que entrou na Fórmula 1, em 2007, não subiu ao pódio em nenhum fim de semana. A expectativa sobre a parceria entre o heptacampeão e o time de Maranello era muito alta, mas com problemas de adaptação, o primeiro ano não foi fácil.
A primeira temporada do britânico de 41 anos com a Scuderia foi marcada por tensas conversas pelo rádio com o engenheiro de corrida Riccardo Adami, que já havia trabalhado com Sebastian Vettel e Carlos Sainz. Então, no mês passado, a Ferrari anunciou que Adami havia sido transferido para outra função dentro da organização e que Hamilton trabalharia com um novo engenheiro em 2026.
Há boatos de que Cedric Michel-Grosjean, ex-engenheiro de pista de Oscar Piastri na McLaren, seja um forte nome para assumir a função, mas nada foi confirmado. O engenheiro francês está em uma pausa na carreira e pode levar algum tempo até que ele assuma o cargo na Ferrari, caso seja contratado.
Nesse meio tempo, Carlo Santi, ex-engenheiro de corrida de Kimi Räikkönen, está trabalhando com o heptacampeão nos testes, porém, o próprio Hamilton já confirmou que Santi está atuando de maneira interina.
Frederic Vasseur, Ferrari
Foto: Mark Sutton / Formula 1 via Getty Images
Chefe de equipe da Scuderia, Fred Vasseur garantiu que "a colaboração entre o time e Lewis é muito boa" e que as discussões sobre o novo engenheiro não tem, necessariamente, atrapalhado o início de 2026. "Ele já era motivado, mas agora está com a autoconfiança em alta. Meus sentimentos são muito positivos e continuaremos a evoluir. Nossa mentalidade é sempre fazer amanhã um trabalho melhor do que fizemos hoje”, disse.
Porém, Vasseur também não escondeu o desejo de acabar com as especulações sobre o assunto. Quando questionado sobre o futuro engenheiro de Hamilton, em sessão com a mídia durante a pré-temporada, o francês pediu para "pararem com essa história", explicando que o sucesso da equipe não depende apenas de um profissional.
“Há 22 carros no paddock e, a cada ano, chegam cerca de seis ou sete novos engenheiros. O mesmo acontece com os chefes de equipe. Provavelmente, eu e Toto Wolff somos os que estão há mais tempo no cargo. A cada ano, três ou quatro chefes mudam e isso não é o fim da equipe", falou.
“A equipe é composta por cerca de 1.500 pessoas hoje, não se trata apenas de um engenheiro de corrida. A pessoa que você vê no pit wall gerencia uma grande equipe que trabalha no carro. Não se trata de indivíduos. Na F1, a equipe é sempre importante, nunca uma única pessoa", finalizou.
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