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Saiba quais são as pendências para a situação se resolver entre a equipe e a Alpine e como isso impacta Ricciardo

Oscar Piastri, Reserve Driver, Alpine F1 Team

Em meio ao impasse sobre a situação de Oscar Piastri para a temporada 2023 da Fórmula 1, o que já se sabe sobre o contexto contratual do australiano, que negou uma vaga de titular da Alpine para ir para a McLaren?

De acordo com o RacingNews365, o australiano da Alpine, na verdade, não tem um vínculo de longo prazo com a equipe francesa, mas sim com sua academia de pilotos, de modo que o documento não consta no Comitê de Reconhecimento de Contratos da categoria máxima do automobilismo.

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O acordo com o programa júnior, portanto, permitira à montadora, além de usá-lo como reserva, promovê-lo a titular caso o time de F1 cumprisse exigências, como escalar Piastri para treinos livres, garantir ao piloto um assento no grid de 2023 e dar a ele quilometragem em carros antigos.

Tudo pode parecer um mero detalhe jurídico, mas faz toda a diferença: da forma que foi feito, com o arranjo fora do Comitê de Reconhecimento de Contrato da F1, o caminho ficou aberto para Piastri assinar com a McLaren.

Segundo reportagem, sem o registro do australiano no órgão, a escuderia britânica fica sem impedimentos para inserir um vínculo com o piloto 'no sistema' -- o que pode ser feito, em caráter preliminar, até com Piastri como reserva de Woking. Mas e o que a Alpine pretende fazer no caso?

O time ameaça adotar medida legal, mas não se sabe a partir de onde, visto que a base da Alpine é a da Renault, na França, mas a equipe de F1 fica na Inglaterra, em Enstone. De todo modo, acredita-se, de acordo com a publicação, que a solução seria financeira, e não algo no âmbito jurídico.

Independentemente disso, para Piastri, a situação parece resolvida, já que ele teria contrato com a McLaren e a escuderia britânica é quem tem de se resolver com a Alpine. Entretanto, o time de Woking precisa se desfazer do australiano Daniel Ricciardo para abrir uma vaga titular para seu novo piloto no grid de 2023, ao lado do britânico Lando Norris. Entretanto, o ex-Red Bull pede fortuna de cerca de R$ 107 milhões para rescindir seu contrato, que vai até o fim do ano que vem.

Segundo o site, os valores supracitados correspondem à rodada inicial de tratativas entre McLaren e os representantes de Ricciardo. Ainda segundo o site, o time do CEO Zak Brown planeja assegurar um lugar para o australiano no grid da próxima temporada, até para poder barganhar com o piloto.

A ideia é usar isso para diminuir o valor exigido por Ricciardo e, depois, receber de volta aquilo que o australiano porventura venha a receber em um possível acerto com outra equipe. Uma das cotadas, neste momento, é justamente a Alpine, na qual Piastri negou um assento titular para 2023.

Um retorno de Ricciardo à antiga Renault -- pela qual o australiano correu em 2019 e 2020 -- estaria orçado, segundo a publicação, na casa dos US$ 10 milhões. Este valor, portanto, teria de ser devolvido à McLaren pelo veterano, que já teria até se oferecido à Alpine.

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Podcast #189 - Quem tem mais a perder com confusão contratual? Alpine, Piastri, McLaren ou F1?

 

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