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Red Bull Racing Neon

Após conquistar o título de pilotos da Fórmula 1 com Max Verstappen e quebrar a hegemonia da Mercedes em 2021, a Red Bull agora encara um novo regulamento na categoria e terá um desafio redobrado para se manter no topo da F1, frente à rival e outras equipes que podem evoluir em 2022.

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Neste ano, as regras desportivas da elite do esporte a motor mundial têm alterações significativas e os carros serão consideravelmente diferentes, com o retorno do efeito solo à competição e a introdução de simplificações aerodinâmicas.

Assim, o trabalho do projetista Adrian Newey precisou levar em conta uma 'revolução' na F1, com um conjunto de aspectos completamente novos para a equipe. De todo modo, a Red Bull segue confiante que a genialidade do engenheiro britânico trará bons frutos.

O fato é que o time austríaco já sabe qual cenário evitar em 2022, conforme apontado pelo jornalista Edd Straw no site oficial da F1. Ele lembra que, após quatro títulos consecutivos entre 2010 e 2013, a escuderia sofreu com as novas regras de 2014, 'passando o bastão' justamente para a Mercedes. “Aquele foi um ano difícil e o início de um período difícil para a RBR”, disse o repórter britânico.

O alento para a Red Bull em relação a 2022 é que, em 2014, o maior problema da equipe foi a potência. Naquele ano, a categoria abandonou os motores V8 100% a combustão usados por vários anos e implantou as atuais unidades, compostas por um motor V6 turbo-híbrido.

Diferentemente do que ocorreu naquela época, não haverá uma alteração no regulamento de motores de 2021 para 2022, quando as unidades se mantém praticamente inalteradas. Por outro lado, o desafio aerodinâmico é grande. A ver o que fazem Red Bull, Mercedes e companhia.

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