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F1 - Verstappen fica 'apático' com GP da Hungria: "Não importa o que fizéssemos, não iria mudar"

Piloto terminou apenas em nono, bem longe de conseguir disputar posições com a McLaren, Ferrari ou Mercedes

Max Verstappen terminou a primeira metade da temporada com resultados bastante negativos, o que diminui suas chances de tentar bater de frente com a dupla da McLaren pelo título da Fórmula 1 de 2025. Na Hungria, o holandês largou em oitavo, mas terminou apenas em nono.

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O piloto ficou bastante frustrado, mas não colocou a culpa na estratégia ou erros da equipe, apenas disse que o carro não estava rápido o suficiente e isso lhe custou um resultado mais positivo.

"Não foi um erro de estratégia. De qualquer forma, estivemos lentos o fim de semana todo. Nossa aderência, especialmente em velocidades baixas e médias, estava muito ruim. Não importa o que fizéssemos na corrida, o resultado não teria mudado".

Verstappen foi bastante cauteloso ao ser questionado sobre quais poderiam ser os problemas no carro. Ele disse que toda a telemetria precisa ser analisada e os engenheiros precisam fazer alguns testes para encontrar os pontos fracos, mas é improvável que alguma atualização seja feita, já que a equipe se vira para a próxima temporada e mudança de regulamentos.

"É difícil esperar muito agora, mas o objetivo é sempre vencer corridas. Pode haver surpresas. Já estamos focados em 2026, mas ainda queremos ser mais consistentes no restante do ano", declarou o tetracampeão mundial.

Verstappen declarou que não está otimista ou pessimista sobre mais vitórias na atual temporada e entende que o "sucesso é passageiro".

"De qualquer forma, não estou excessivamente otimista ou pessimista. Eu estava dizendo que veremos no início do ano. Vencemos duas corridas, o que já é alguma coisa. Mas a McLaren fez um ótimo trabalho. As coisas foram mais difíceis do nosso lado".

Sobre o incidente com Hamilton

Verstappen e Lewis Hamilton protagonizaram uma pequena rusga durante a corrida. O incidente foi investigado depois da etapa, isso porque um dos dois poderia ter forçado o outro a sair da pista.

O tetracampeão explicou o assunto e colocou tudo na conta do 'incidente de corrida', inclusive revelando que Hamilton nem compareceu à reunião com os comissários.

"A verdade é que nada aconteceu, a gente nem se tocou. Então, para mim, é um pouco difícil entender por que temos uma investigação depois da corrida. Explicamos nosso lado — bem, Lewis não estava lá, mas explicamos nossa versão da história. Não acho que o Lewis realmente tenha sentido que foi algo sério, porque se ele realmente achasse, claro que estaria lá na sala dos comissários", disse o tetracampeão. 

"Acho que nenhum de nós teve o melhor dos fins de semana, de qualquer forma, foi só um detalhe. O mais importante é que precisamos olhar para nosso desempenho, que não foi bom. Eu fui por dentro, porque é uma curva rápida, mas com a aerodinâmica você está um pouco mais no controle. Acho que ele percebeu muito tarde que eu estava ali por dentro, então abriu um pouco o traçado e saiu da pista. A gente não se tocou. Nada aconteceu", finalizou.

No final das contas, os comissários decidiram não punir Verstappen pelo incidente com o heptacampeão:

"O piloto do carro #1 disse durante a audiência que vinha ganhando força contra o carro #44 na saída da curva 3, com pneus mais novos, e usou isso para fazer a manobra por dentro na curva 4", diz o relatório. Ele seguiu explicando que tinha controle total do carro e que poderia ter ficado mais para dentro para deixar espaço para o #44 na saída. Porém, disse ele, com o #44 tendo escapado da pista, ele optou por usar toda a pista na saída".

"O representante do #44 confirmou que não houve contato entre os carros, afirmando que o piloto do #44 não optou por seguir na pista. Levando isso em consideração, os comissários determinaram que não houve contato e que o incidente não pode ser considerado forçar o outro para fora da pista, apesar da natureza ambiciosa da tentativa de ultrapassagem, determinando nenhuma ação posterior [punição]".

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