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F1 - Williams justifica ausência em Barcelona: "Precisávamos nos testar como empresa"

Equipe foi questionado da razão de não ter comparecido no shakedown da última semana sendo que foi uma das primeiras a abrir mão do desenvolvimento do carro de 2025

James Vowles, Williams Racing Team Principal

Foto de: Erik Junius

Nesta terça-feira, em um evento online, a Williams apresentou o FW48 - carro que será usado na temporada 2026 da Fórmula 1. Durante uma 'coletiva' com os jornalistas, o chefe da equipe James Vowles, trouxe algumas justificativas à respeito da ausência do time de Grove no teste de Barcelona da última semana.

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Das 11 equipes que compõe o grid, a Williams foi a única que não compareceu no shakedown realizado no Circuito da Catalunha. O não comparecimento levantou muitas dúvidas, uma vez que o time de Grove foi um dos primeiros a parar o desenvolvimento do carro de 2025 para focar no monoposto deste ano. Questionado à respeito, Vowles deu uma 'sabonetada' na justificativa. 

"Interrompemos o desenvolvimento de 2025 muito cedo, mas o que você também quer garantir é que está adiando ao máximo possível as decisões de liberação de chassi, asa dianteira, asa traseira, assoalho e carroceria, para capturar todo o “bônus” disso. A curva de progressão do carro de 2026 é bastante acentuada para todas as equipes neste momento".

"Se você 'imprimisse' um carro e dissesse “ok, vamos fabricar” em abril do ano passado, claro que teria um carro, mas ele seria muito lento em relação ao seu potencial e você ficaria para trás na corrida de atualizações. O segundo ponto é que precisamos nos testar como empresa."

"Ser uma equipe em nível de campeonato não é apenas conseguir desenvolver o carro, seja aerodinamicamente ou em termos de veículo. É também forçar os limites do tempo que leva para transformar uma ideia em um carro real e funcional. Precisamos evoluir continuamente nisso. Estávamos nos testando como negócio. Assim, você mantém o ganho de performance, mas também começa a se forçar cada vez mais a chegar a um nível de equipe campeã", alegou. 

O ex-Mercedes também foi incitado a revelar o quanto a ausência em Barcelona foi prejudicial, e o quanto ainda será, nas intenções da equipe à longo prazo. 

"Não acho que isso nos coloque para trás dessa forma. Eu preferiria muito ter estado em Barcelona, vou antecipar isso. Esse era o objetivo. Era o que pretendíamos fazer. Não conseguimos. Porém, o que fizemos em termos de uma semana inteira de testes de VTT foi bem sucedido. Além disso, trabalhamos com Carlos e Alex no simulador driver-in-loop, em paralelo, enquanto todos os outros estavam em Barcelona."

"E também somos favorecidos pelo fato de a Mercedes ter vários carros rodando, o que gera muitas informações sobre a caixa de câmbio e a unidade de potência, permitindo que cheguemos mais preparados ao Bahrein", continuou. 

"Com seis dias de testes, não acredito que estaremos em desvantagem. Parte disso é sorte: o motor é confiável, a caixa de câmbio é confiável, e os testes de VTT expurgaram muitos dos “demônios” escondidos no carro. O que falta é muito conhecimento para os pilotos aperfeiçoarem instintivamente o que acontece na pista. Falta correlação real de onde nossa aerodinâmica está e onde nossa dinâmica veicular está. E dados de pista são a única forma de estabelecer isso."

Então há, sim, uma perda. Mas com seis dias de testes, com nosso simulador driver-in-loop no qual investimos e que é de última geração, operacional desde o ano passado conseguimos mitigar bastante coisa. Quanto a quando teremos dois carros de corrida construídos na especificação correta, é difícil comentar", concluiu. 

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