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F1: Wolff admite problemas de confiabilidade no motor Mercedes e risco de abandonos na reta final de 2021

Bottas chega ao sexto motor de combustão interna no ano e a terceira troca de componentes da unidade de potência em quatro corridas

Toto Wolff, Team Principal and CEO, Mercedes AMG, in the garage with team mates

Após chamar a atenção com a terceira troca de motor de Valtteri Bottas em quatro corridas, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, admitiu que a unidade de potência da montadora alemã sofre de problemas de confiabilidade, e que a incógnita criada pela sua durabilidade abre as portas para possíveis abandonos daqui até o fim da temporada 2021 da Formula 1.

Bottas terá um novo motor de combustão interna para o GP dos Estados Unidos em Austin, após largar do fundo do grid na Itália e na Rússia, tendo apenas a etapa da Turquia sem problemas do tipo.

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Com Lewis Hamilton em meio a uma apertada disputa contra Max Verstappen pelo título de 2021, a notícia criou uma tensão sobre a possibilidade do heptacampeão ter que passar por novas trocas de motor na reta final da temporada 2021.

No último GP, na Turquia, Hamilton trocou o motor de combustão interna, e Wolff afirmou que o piloto não deveria ter mais problemas do tipo até o fim da temporada.

Mas, nesta sexta, o dirigente da Mercedes mudou o discurso, falando abertamente pela primeira vez sobre os problemas que afetam as unidades de potência alemãs neste ano.

"Infelizmente, desde o meio do ano tivemos alguns problemas de confiabilidade que seguem aparecendo", disse Wolff à Sky Sports F1. "Acho que agora entendemos eles melhor, mas o que significa é que não há durabilidade em seu uso, e isso significa que há riscos potenciais de abandonos".

Questionado se é possível que Hamilton receba uma especificação nova para evitar problemas, Wolff rejeitou a possibilidade, relembrando que todos os motores de uma mesma montadora têm que ter a mesma especificação no grid.

O chefe da Mercedes discordou ainda quando questionado se o problema com o motor está nas válvulas de ar, afirmando que a origem do problema é algo "que as pessoas não entenderiam".

Bottas não é o único piloto com motor Mercedes a trocar componentes neste fim de semana. Sebastian Vettel, da Aston Martin, e George Russell, da Williams, terão unidades de potência completamente novas, levando a uma largada no fundo do grid no domingo. Com isso, apenas Lance Stroll e Lando Norris não precisaram recorrer a um quarto motor Mercedes no ano.

Apesar de ver menos problemas com a punição de Bottas, Wolff admite que a situação não é ideal

"É melhor porque as punições acabam sendo menores que a anterior [Bottas perde apenas 5 posições pela segunda troca extra de motor, enquanto a primeira acarreta em 10]. Mesmo assim, não é legal, porque em uma batalha tão apertada, mesmo com cinco posições você terá uma vida difícil".

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