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"Falar sobre Roland me economizou um psiquiatra", conta Rudolf Ratzenberger

Pai do piloto austríaco esteve em Ímola para missa em homenagem aos pilotos falecidos no circuito em 1994

Rudolf Ratzenberger
Rudolf e Margit Ratzenberger se sentaram na primeira fila do auditório onde foi celebrada ontem, no autódromo de Ímola, uma missa em homenagem aos dois pilotos falecidos no final de semana do GP de San Marino de 1994. A mãe de Roland estava visivelmente emocionada. O pai, pensativo. Encerrado o cerimonial conduzido pelo padre Sergio Mantovani, Rudolf atendeu pacientemente os pedidos da imprensa. E admitiu ao TotalRace que este tipo de trabalho lhe ajuda a lidar com o ocorrido.

“Estive em Ímola diversas vezes desde 1994. Gosto de estar presente e de falar com jornalistas. Eu trabalhava com a imprensa antigamente. Sempre digo que meu trabalho para Roland é um trabalho triste, mas que me economizou um psiquiatra. Outras pessoas precisam de acompanhamento depois de um golpe como esse. Eu não precisei. Com minha esposa é diferente. Até hoje ela tem dificuldade em lidar com o que aconteceu”, relatou.

O pai de Roland Ratzenberger também contou uma curiosidade: esteve no Brasil diversas desde a morte do filho. Visitou a Amazônia, Brasília e o nordeste do país. Aposentado há quase vinte anos, conta que chega a viajar nove vezes por ano com a esposa para aproveitar o tempo livre. E tem no país de Ayrton Senna um de seus destinos favoritos.

Se gosta de participar de homenagens para o filho, Rudolf admite dor por não ter acontecido a homenagem que mais gostaria de ver. “Havia uma bandeira da Áustria no cockpit da Williams e sabíamos que Senna gostaria de ter homenageado Roland depois da corrida. Nos deixa muito tristes que ele tenha falecido. Tornou tudo ainda mais amargo”, admitiu o austríaco.
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