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Fernando Alonso vê campeonato parecido com 2010

O espanhol salienta que a diferença é que a Red Bull tem transformado sua supremacia em pontos: “nossos problemas não são maiores”

Alonso está a 52 pontos de Vettel

O primeiro pódio da temporada deu um novo gás para a Ferrari após o GP da Turquia. A equipe garante que corrigiu o problema com seu túnel de vento e espera continuar desenvolvendo o carro para enconstar na Red Bull no GP do Canadá, em um mês. A história é a mesma de 2010, quando o time de Maranello passou boa parte do ano correndo atrás do prejuízo e chegou à última etapa do mundial com Fernando Alonso liderando a tabela entre os pilotos.

“É difícil comparar dois anos, mas eu vejo uma situação mais ou menos parecida, com a Red Bull muito dominante. A única diferença é que, apesar deles terem um carro muito rápido ano passado, não estavam marcando todos os pontos nos domingos”, afirmou Alonso.

O espanhol tem razão. Contabilizando apenas as corridas da Austrália, Malásia, China e Turquia do ano passado, Alonso marcou 34 pontos, menos do que os 41 que tem hoje. No entanto, enquanto Vettel contabilizou apenas 33 pontos nestas provas em 2010, agora lidera o campeonato com 93.

“Até agora, eles fizeram um ótimo trabalho e marcaram vários pontos. Estamos tentando chegar e, daqui em diante, vamos tentar marcar mais pontos que eles.”

Alonso usa as diferenças em classificação para comprovar a sua teoria.

“Em Abu Dhabi, no ano passado, estava a sete décimos do primeiro e, na Turquia, estava a oito (na classificação). Na Turquia, estávamos a 1s3 da Red Bull. Portanto, não creio que os problemas que temos agora sejam maiores dos que tivemos ano passado. É mais ou menos o mesmo. A Red Bull é muito rápida, até agora tem feito um grande trabalho, mas não vai ganhar 18 seguidas.

Mas o bicampeão destaca que a Ferrari não pode ficar esperando pelos erros dos rivais e tem que melhorar o carro.

“O primeiro passo das melhoras que o carro vai ter foi dado na Turquia e é um bom sinal que nós conseguimos torná-lo mais rápido e mais competitivo. Ao mesmo tempo, sabemos que não é o bastante e que temos de seguir melhorando.”

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