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FIA passa a permitir uso do DRS em bandeiras amarelas na F1

A partir do GP do Canadá, introdução de bandeiras amarelas não desativarão o DRS de maneira automática

DRS Sign and Track View

O DRS dos carros de F1 não serão mais desativados em caso de bandeira amarela após a FIA alterar o procedimento antes do GP do Canadá.

Até então, as observações pré-corrida do diretor de provas da F1, Charlie Whiting, explicavam que a introdução de bandeiras amarelas automaticamente cortariam o DRS, pelo motivo óbvio de redução de velocidade. 

No Canadá, pro exemplo, as notas originais de Whiting diziam que “o DRS será desativado se os painéis 1, 7, 8, 9, 12, 13, 14 ou 15 estiverem em amarelo” e que “a detecção será automaticamente desativada se os seguintes painéis luminosos estiverem amarelos: Zona1: Painéis 5 ou 6, Zona 2 e 3: Painéis 10 ou 11.”

Um dos pontos negativos é que, às vezes, os pilotos eram impedidos de usar o DRS em um momento importante da classificação devido ao acidente que aconteceu atrás deles. 

Como consequência à tendência de acrescentar uma zona de DRS extra, as equipes perguntaram à FIA se o DRS poderia ser desativado apenas nas zonas diretamente afetadas pelas bandeiras amarelas em vez de na pista inteira.

Por mais que isso fosse tecnicamente possível, isso deixaria a tarefa muito complexa para modificar o software – e a FIA, em vez disso, decidiu por deixar o DRS ativo em bandeiras amarelas. 

As referências acima citadas foram deletadas na versão atualizada das notas de Whiting, que foram emitidas nesta manhã.

Ao explicar as mudanças, Whiting deixou claro que os pilotos ainda assim serão obrigados a reduzir a velocidade suficientemente nas bandeiras amarelas e que cabe a eles cumprir essa tarefa.

Vídeo: guia do circuito de Montreal, palco do GP do Canadá 

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