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FIA promete aumentar análise do ERS da Ferrari no Canadá

Após polêmica, diretor de provas da F1 trará novo software para monitorar de maneira mais ampla sistema híbrido do time de Maranello

Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
Sebastian Vettel, Ferrari and Charlie Whiting, FIA Delegate
Sebastian Vettel, Ferrari and Charlie Whiting, FIA Delegate
Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
Sebastian Vettel, Ferrari, exits his car on the grid
Sebastian Vettel, Ferrari, on the grid
Sebastian Vettel, Ferrari SF71H, leads Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W09, Kimi Raikkonen, Ferrari SF71H and Valtteri Bottas, Mercedes AMG F1 W09
Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
Sebastian Vettel, Ferrari SF71H

A FIA está analisando o sistema de recuperação de energia (ERS) da Ferrari e seu layout único de duas baterias desde o GP do Azerbaijão. Diretor de provas da F1, Charlie Whiting confirmou na quinta-feira do GP de Mônaco que está agora satisfeito com o monitoramento feito pela FIA do sistema.

Ao contrário dos relatórios anteriores, Whiting disse que nenhum sensor extra foi instalado nas Ferraris em Mônaco e, em vez disso, a FIA teve que seguir um processo mais complicado de verificações em como o sistema estava operando.

Um novo software, que será usado do GP do Canadá em diante, simplificará esse processo e permitirá que a FIA continue acompanhando de perto.

"Através de uma rotina complexa, pudemos ficar satisfeitos com o fato de a Ferrari estar dentro das regras", disse Whiting. "Mas não queremos ter que passar por isso o tempo todo para ter certeza, então preferimos que medidas adicionais sejam feitas.”

"O que teremos para o Canadá será um sistema melhor, que nos ajudará a fazer as coisas muito mais rápido, porque nos levou algumas corridas para chegar fundo.”

"Queremos que eles façam um acompanhamento extra, mas no momento estamos tendo que fazer isso de uma maneira meticulosa. Demora um pouco mais do que gostaríamos. Chegaremos à mesma conclusão, imagino. No Canadá eles terão com uma mudança no software.”

"O que estamos tentando fazer é monitorar exatamente quais são as diferenças entre as duas metades da bateria. Esse é o cerne da questão.”

"Outros sistemas tratam sua bateria como um só. Na Ferrari, é uma bateria, mas eles a tratam como duas. Essa é a diferença fundamental, e eu não acho que seja um segredo."

Whiting diz que não seria fácil encaixar sensores.

"Não é simples, porque estas coisas são seladas. Não é apenas uma questão de arrancar um sensor da prateleira e colocá-lo. Ele precisa de uma melhor integração para aquele conjunto. Não tenho certeza quantos sensores adicionais mais podem ser instalados. Provavelmente mais nenhum até o próximo ano."

Ele admitiu que foi um problema complexo para a FIA abordar.

"Nós realmente estamos tentando chegar ao ponto que estaremos totalmente convencidos de que a potência que está sendo entregue ao MGU-K está correta. Foi difícil explicar exatamente o que estávamos vendo, e é isso que continuamos fazendo com a Ferrari, porque é um sistema muito complexo e totalmente diferente de qualquer outro.”

"E da mesma forma que fazemos com outros pontos do carro, temos que entender essas coisas. Só nos levou um pouco mais desta vez para entender o que estava acontecendo. O dever deles é nos satisfazer para o fato de que o carro cumpre os regulamentos, mas eles estavam achando difícil nos satisfazer.”

"Eu acho errado dizer que a Ferrari não se comunicou, porque eles foram muito úteis o tempo todo.”

"Foi apenas um trabalho minucioso e detalhado para tentar chegar ao fundo de como o sistema funciona e, portanto, nos dar o conforto de que precisamos."

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