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Fórmula 1: alvo para 2026 é deixar carro mais leve

Para George Russell, tornar os carros cada vez mais pesados poderá afetar a segurança no futuro

Mohammed bin Sulayem, President, FIA, Stefano Domenicali, CEO, Formula 1, on the grid

Enquanto o regulamento de motores para 2026 já está definido, as regras sobre os chassis estão longe de estarem finalizadas e os chefes de equipe tem uma direção que querem seguir.

Um ponto chave que a F1 e a FIA estão em acordo sobre fazer esforços para que os carros tenham menos peso – os carros atuais são os mais pesados da história da categoria.

Para essa temporada, o peso mínimo é de 798 quilos, o que representa 200 kg a mais do que o carro de 2008, quando foram inseridos bateria, sistema de recuperação de energia e os sistemas modernos de segurança.

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A mudança para motores híbrido e turbo em 2014 fez com que o o peso mínimo alcancesse 691kg e a introdução do halo e estrutura de segurança fez com que 740 kg se tornasse o peso mínimo do carro.

Mas as novas mudanças de 2022, com rodas maiores e diferentes partes aerodinâmicas com o retorno do efeito-solo,  fez com que o peso mínimo saltasse para 798 kg.

Como a F1 prepara novas regras para 2026, com novas unidades de potência, a categoria e a FIA veem como uma janela ideal para fazer mudanças. Em entrevista ao Autosport sobre os planos futuros, Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, disse: “Uma coisa que queremos, isso é bem claro, precisamos de um carro mais leve”.

Pierre Gasly, Alpine A523, Charles Leclerc, Ferrari SF-23

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Photo by: Andy Hone / Motorsport Images

“Eu acredito que isso é melhor. Eu venho de um automobilismo em que os carros mais leves são seguros e não usa o mesmo tanto de combustível. É algo difícil de alcançar, mas todo mundo quer isso. Eu estou fazendo pressão, pois venho do rali e nada é pior do que um carro pesado”, completou o dirigente.

CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali admite que diminuir o peso dos carros está em pauta para as discussões de regulamento de 2026.

“Um dos pontos que sempre discutimos é a questão do peso. Com motores híbridos e as baterias, o peso aumentou e isso não reflete a natureza da F1. Então, esse é um tópico de discussão para o futuro”, afirmou.

Esse ‘acerto’ entre Ben Sulayem e Domenicali é uma boa notícia para os pilotos. No início da temporada, George Russell, diretor da Associação dos Pilotos, disse que o peso dos carros começa a trazer problemas de segurança.

“O peso é absurdo”, disse o britânico ao Autosport. “No momento, a performance em baixa velocidade não é boa. Se mantém os carros seguros, mas, obviamente, quanto mais pesado se tornam, o impacto é de uma batida de ônibus se comparado com um Smart”, declarou.

“O impacto é mais duro se você está na mesma velocidade com carros de 800 kg, cerca de 900 kg no início da corrida, se compararmos aos 650 kg do carro de 15 anos atrás. Tenho certeza de que há análises sobre como encontrar esse equilíbrio certo, porque não sei como isso será feito”, completou.

“Se você continuar a torná-lo mais pesado, mais pesado, mais pesado, mais forte, mais forte, mais forte, na verdade, você chega a um ponto em que você cruza essa [linha] em que o peso vai deixar as coisas inseguras”, finalizou.

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