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Fórmula 1 poderá ter duas equipes americanas no ano que vem

Grupo de investidores dos Estados Unidos estariam de olho numa das escuderias atuais

Roberto Merhi, Manor F1 Team
(E to D): Will Stevens, Manor F1 Team com Roberto Merhi, Manor F1 Team e Graeme Lowdon, Diretor executivo da Manor F1 Team no show pós corrida
Roberto Merhi, Manor F1 Team
Will Stevens, Manor F1 Team

Há uma boa chance dos Estados Unidos ter duas, não uma, equipe na Fórmula 1 no próximo ano. Não é segredo para ninguém que Gene Haas terá uma escuderia, numa operação conjunta com a Ferrari em 2016, mas um grupo de investidores americanos está tentando comprar um time atual da categoria.

O grupo é liderado por James Carney, que tem negócios em Wall Street, e Tavo Hellmund, que desenvolveu o Circuito das Américas e foi quem esteve à frente do acordo com a Fórmula 1 para trazer a categoria para os Estados Unidos. Hellmund também foi um dos responsáveis pela volta da F1 ao México, no autódromo Hermanos Rodriguez, prova que vai acontecer em 1° de novembro deste ano.

Nem Hellmund e nem Carney comentaram o assunto, mas um representante de Carney confirmou o rumor, mas se recusou a dizer qual equipe o grupo estaria interessado. Fontes sugerem que seja a Manor, com sede no Reino Unido e que atualmente é controlada pelo empresário irlandês Stephen Fitzpatrick, fundador do Ovo Energy.

A equipe, que atualmente tem os pilotos Will Stevens e Roberto Merhi, tem lutado dentro e fora das pistas. Ela usa o chassis e motor Ferrari MR03B do ano passado, com potência menor do que o deste ano. A equipe entrou originalmente no esporte em 2010 como Virgin Racing.

A equipe perdeu as últimas três corridas de 2014 por razões financeiras. Fitzpatrick resgatou o time da falência , mas acredita-se que ele ainda seria uma espécie de parceiro. O grupo liderado por Carney e Hellmund busca o controle total da escuderia.

Uma provável preocupação: o acordo das equipes com Ecclestone garante uma parte do prêmio em dinheiro para dez equipes. No momento, existem exatamente dez times, o que não deixa ninguém de fora. Ano que vem, a Haas será a 11°, então uma equipe com o menor desempenho ficará de fora deste acordo ou a gama de equipes atendidas se estenderá a 11. Esta prática está programada para ser executada até 2020.

Atualmente, a Manor ocupa a última colocação do campeonato de construtores e seus pilotos ainda não somaram pontos. 

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