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Governos de Austrália e França não querem colocar dinheiro em GP

Ministra reclama que Estado investiu 56 milhões de dólares em Melbourne mesmo com aumento na venda de ingressos

O governo australiano pleiteia a diminuição nos valores contratuais para continuar sediando o GP em Melbourne. A Ministra do Turismo do país, Louise Asher, disse que o Estado colocou 56 milhões de dólares no evento deste ano mesmo com um aumento no número de ingressos vendidos. “Adoraria ter a corrida além de 2015, mas o contrato que discutirmos tem de ser vantajoso para os contribuintes e não estou confortável com este nível de subsídio”, afirmou ao jornal local The Age. “O governo assinou um contrato muito oneroso para o contribuinte na minha opinião. É uma corrida muito, muito cara e eu pessoalmente não estou feliz com isso.”

Melbourne tem contrato com a F-1 até 2015 e vem sendo pressionada por Bernie Ecclestone para se tornar um evento noturno. Segundo Perer Logan, porta-voz do grupo Salve o Albert Park, é impossível continuar sediando o GP sob contratos como o atual. “É um modelo de negócios falido. Qualquer outro evento em Melbourne é comando por gente que sabe o que está fazendo e precisa de muito pouco dinheiro do governo, usando locais construído para tais propósitos. O GP é feito pelo governo da forma mais cara que se pode inventar e ainda por cima tem um contrato secreto.”

Quem também não está feliz em contribuir para pagar por um GP é o governo francês. A Ministra dos Esporte do país afirmou que não haverá financiamento estatal no projeto de volta da França ao calendário. “A ministra Valerie Fourneyron confirmou que o Estado não garantirá nenhuma ajuda financeira ao GP da França.”, disse a federação de automobilismo do país em comunicado. "Colocarei essa questão a dois interessados no financiamento para mostrar a eles as condições para seguirem com suas candidaturas”, prosseguiu o presidente da FFSA, Nicolas Deschaux.

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