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Haas: Não faz sentido seguir na F1 se não houver mudança

Chefe de time norte-americano diz que pode rever seu comprometimento com a categoria se hierarquia continuar igual

Guenther Steiner, Team Principal, Haas F1

Atualmente dividida em duas subcategorias de times grandes e times médios, a Fórmula 1 tenta a médio prazo juntar mais as equipes e fazer crescer as disputas.

Chefe da Haas, Gunther Steiner disse que pode aceitar a desigualdade atual no curto prazo, mas acha que ele teria que questionar seu envolvimento a longo prazo se as coisas não mudarem.

"Eu acho que por dois anos, sim, é sustentável", disse Steiner ao Motorsport.com. "Mas a longo prazo, não. Envelhece”.

"Se isso não mudar em algum momento, não há sentido em apenas estar aqui. O negócio como um negócio não funciona se você não pode tirar e sentir o prazer de competir por pódios e vitórias. Não faz sentido estar aqui depois de um certo tempo, sabe.”

"Por que eu iria perder minha vida trabalhando loucamente, dia e noite, viajando, sei lá, para 21 países ao redor do mundo se eu sei que vou fazer o mesmo que no ano passado? Não tem sentido."

Steiner acredita que, assim como os novos carros e a introdução de um teto orçamentário para 2021, a evolução natural das equipes também fará a diferença na competitividade.

"A F1 sempre muda e as coisas mudam muito rapidamente aqui, então eu não acho que em três anos a Fórmula 1 vai ser a Fórmula 1 que é agora", disse ele.

"Quero dizer, olhe para o que a Fórmula 1 era no começo dos anos 2000. Você poderia ganhar dinheiro facilmente, e agora é impossível. Apenas 18 anos depois, é impossível.”

"Então as coisas mudam, e isso é realmente uma parte da Fórmula 1 que me interessa. Não é como fazer o mesmo nos próximos 20 anos. Toda vez que algo muda."

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