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Haas prevê fim de semana no México pior do que nos EUA

Chefe da Haas diz que condições do GP do México são provavelmente as piores para a natureza de seu carro

Romain Grosjean, Haas F1 Team, commences a track walk with colleagues

O GP do México de 2016 foi uma das piores corridas para a equipe Haas em seu ano de estreia. O time só bateu os carros da equipe Manor na corrida.

A grande altitude da Cidade do México dificulta o resfriamento dos carros, algo que a Haas tem tido dificuldade com frequência, e o ar leve também torna ineficaz a aerodinâmica, roubando aderência do carro.

A Haas trouxe uma atualização para o GP dos Estados Unidos, mas sofreu um fim de semana difícil - e Gunther Steiner espera uma prova mais dura ainda no México.

"Em Austin não tivemos apenas problemas de downforce, houve alguns outros fatores que explicam por que nós não fomos bem", disse o chefe da equipe. "Aqui, tudo o que você tem, você precisa. E eu não acho que temos o suficiente.”

"É uma corrida difícil, porque estar em alta altitude é ruim para o resfriamento. O downforce também não é muito forte. Para o nosso carro, com certeza, é um dos piores cenários, se não o pior.”

"Nossa previsão é que vamos ter problemas, mas mesmo sabendo disso, ainda precisaremos trabalhar duro, porque outras pessoas também vão ter problemas.”

"Nós só temos que tirar o melhor proveito disso."

Steiner confirmou que a Haas fará testes no TL1 do México para garantir que a atualização de Austin esteja funcionando corretamente.

"Ela entregou algo, mas com todos os problemas que tivemos, precisamos avaliar um pouco mais aqui e o que ele realmente está acontecendo", acrescentou.

"Vamos tentar fazer algo no TL1 para comparar dados. Antonio (Giovinazzi) terá o carro antigo e Kevin (Magnussen) terá o novo."

Reportagem adicional por Jonathan Noble

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