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Haas promete melhora aerodinâmica “significativa” no Canadá

A Haas levará um “significativo” conjunto de peças novas ao GP do Canadá depois de propositadamente atrasar as primeiras novidades em seu carro na F1 em 2018.

Kevin Magnussen, Haas F1 Team VF-18
Kevin Magnussen, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Kevin Magnussen, Haas F1 Team VF-18
Kevin Magnussen, Haas F1 Team VF-18
Kevin Magnussen, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18 on the grid
Kevin Magnussen, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team

A equipe americana sofreu em Mônaco, no último fim de semana, mas teve um forte início de temporada – incluindo um sexto lugar na Espanha, apesar de outras equipes introduzirem novidades para aquela corrida. 

O chefe da Haas, Gunther Steiner, disse na Espanha que foi uma escolha consciente esperar para introduzir as peças no VF-18, que aparecerão em Montreal, no próximo fim de semana.

“Temos algumas mudanças significativas”, disse. “Asa dianteira, assoalho, toda a área dos defletores. Fizemos essas atualizações. Obviamente, a meta disso é ir mais rápido, nos dar velocidade.”

“Muita gente trouxe suas novidades para a Espanha. Decidimos trazê-las no Canadá para ter um pouco mais de tempo, porque ainda somos uma equipe pequena e não podemos reagir tão rapidamente quanto os grandes.”

A Haas precisou remover componentes dos defletores dos carros de Romain Grosjean e Kevin Magnussen em Mônaco, porque havia uma fragilidade estrutural. 

Ambos os pilotos tiveram partes quebradas e se soltando nos GPs anteriores.

A remoção destas peças aerodinâmicas, que foram reforçadas como parte do pacote de novidades, contribuiu para o rendimento ruim em Mônaco.

Contudo, as dificuldades da Haas foram agravadas pela incapacidade de fazer os pneus mais macios funcionarem, especialmente o hipermacio, que fez sua estreia em Mônaco e será usado novamente no Canadá. 

“Os compostos de pneus serão a prioridade número um para nós entendermos com o novo pacote”, disse Grosjean.

“O circuito é muito diferente. Ele tem muito mais velocidades mais altas, com o uso maior de zebras, então o acerto é bem diferente.”

“Temos de entendê-los [hipermacios] antes de ir ao Canadá. Na corrida, tenho de ser honesto: os três compostos diferentes simplesmente não funcionaram para nós.”

“Estávamos apenas passeando, não guiando, não forçando como gostaríamos.”

Magnussen previu que Mônaco seria difícil para a Haas, já que a pista coloca maior ênfase na performance mecânica, sendo que a principal força da equipe neste ano é o pacote aerodinâmico. 

Ele disse que a Haas aprendeu algo sobre os hipermacios em Mônaco que “tentaria usar” no Canadá para melhorar sua performance. 

“O pneu hipermacio é um bom pneu, apesar que em Mônaco ainda era duro demais. Era difícil fazê-lo funcionar”, disse.

“Espero que, no Canadá, seja um pouco mais fácil. Há maiores retas para colocar carga nos pneus e mais curvas de alta velocidade para fazê-los funcionar.”

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