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Hamilton culpa freio 'dorminhoco' por derrota para Rosberg nos EUA

Segundo no grid, inglês explicou que diferença de temperatura o impediu de repetir performances dos treinos livres

Sofrendo com o comportamento dos freios de sua Mercedes, Lewis Hamilton foi surpreendido pelo companheiro Nico Rosberg e teve de amargar uma derrota inesperada na luta pela pole position do GP dos Estados Unidos. O líder do campeonato, com 17 pontos de vantagem, teve de se contentar com o segundo lugar depois de liderar todos os treinos livres em Austin.

“Continuar focado é o que importa. Hoje não foi o ideal, mas a corrida é o que importa. Então vou fazer tudo o que eu puder para virar o jogo”, destacou ao TotalRace.

[publicidade] Após a classificação, Hamilton explicou que havia uma diferença considerável nas temperaturas dos freios entre uma roda e outra, chegando a mais de 100ºC. Isso teria causado as várias fritadas do britânico durante a classificação e prejudicado seus tempos.

“Não é uma questão de confiabilidade, é que às vezes os freios não acordam. Acho que vamos resolver isso até amanhã – se houver alguma maneira de fazer isso sem que eu tenha de trocar os freios – e vamos voltar para o jogo”, espera o inglês.

“Depois que me livrar desse problema do freio, terei mais ritmo, como mostrei ao longo do final de semana. Na classificação, não consegui mostrá-lo. Mas amanhã será outro dia.”

Hamilton aproveitou para minimizar a volta voadora que Rosberg deu no final do Q2, superando-o em cerca de 1s. Para alguns, foi uma demonstração de poder, já que o alemão já estava garantido na parte final do treino. Mas o inglês garante que, para ele, passou batido. “Eu não vi, estava focado nos dados, buscando uma forma de trabalhar melhor o equilíbrio de freio e melhorar o meu tempo.”

Por fim, o líder do campeonato foi vago em relação à desvantagem de largar do lado sujo da pista, que foi marcante nas duas primeiras edições do GP dos Estados Unidos em Austin. “Não sei. Depende de cada pista. Às vezes não faz diferença nenhuma.”
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