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Hamilton é contra introdução de "ar-condicionado" nos carros da F1

Proposta é analisada como forma de contornar os problemas sofridos pelos pilotos em corridas de calor extremo, como o GP do Catar de 2023

Lewis Hamilton, Mercedes-AMG F1 Team, 3rd position, heads on to the podium

Lewis Hamilton não gostou do plano da FIA de testar um sistema de ar-condicionado simplificado nos cockpits dos carros de Fórmula 1 para ajudar os pilotos em situações de calor extremo, pois ele acha que apenas o treinamento deve ser suficiente.

O Motorsport.com revelou com exclusividade no fim de semana do GP da Hungria de 2024 como a entidade reguladora está pronta para testar o dispositivo que desenvolveu em resposta às dificuldades de vários pilotos na corrida da última temporada no Catar, em condições de calor sufocante.

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O primeiro teste será realizado em um único carro durante os treinos para o próximo GP da Holanda em Zandvoort, enquanto outros experimentos de prova de conceito estão planejados para as corridas seguintes.

Se o sistema funcionar com sucesso, o Motorsport.com apurou que a FIA liberará os detalhes do projeto para permitir que as empresas criem suas próprias versões, que as equipes de F1 terão de comprar e instalar em seus carros somente quando as condições das sessões atingirem determinados limites de temperatura, até agora indefinidos.

Hamilton foi questionado sobre a ideia na coletiva de imprensa após a corrida do último fim de semana em Budapeste, que rivalizou com os GPs de Ímola e da Áustria como os mais quentes da temporada até agora - em termos de temperaturas máximas em torno de 33°C em cada uma.

Quando perguntado sobre sua opinião a respeito do sistema proposto, Hamilton, que havia levado um ventilador portátil para a sala de conferência de imprensa no Hungaroring após seus esforços para terminar em terceiro lugar, atrás do vencedor Oscar Piastri e do vice-campeão Lando Norris, respondeu: "Bem, em primeiro lugar, eu não sabia disso".

"E não é necessário. Esta é a F1. Sempre foi assim. É difícil nessas condições. Somos atletas muito bem pagos. E você tem que treinar muito para ter certeza de que pode suportar o calor, no final das contas".

"É difícil. Não é fácil, especialmente quando se vai a lugares como Catar e Singapura. Mas não acho que precisamos de um ar-condicionado no carro".

A ideia do ar-condicionado da FIA foi desenvolvida como parte da promessa do órgão regulador de evitar a repetição das cenas presenciadas quando a rápida e exigente pista do Catar voltou ao calendário da F1 no ano passado.

Sua colocação no calendário no início de outubro significou que, mesmo durante a sessão noturna da pista, as temperaturas para a corrida nunca caíram abaixo de 31°C.

Isso fez com que vários pilotos sofressem problemas físicos ao longo das 57 voltas da corrida, com Logan Sargeant, da Williams, retirando-se com insolação, Esteban Ocon, da Alpine, vomitando em seu capacete e Lance Stroll, da Aston Martin, desmaiando brevemente.

O GP da Hungria, com Piastri x Norris x Verstappen x Hamilton! PETECOF e MOTTA debatem

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