Recomendado para você

Dakar: Sexto colocado no geral, Moraes celebra especial "muito boa para nós"

Dakar: Sexto colocado no geral, Moraes celebra especial "muito boa para nós"

Dakar
Dakar
Dakar
Dakar: Sexto colocado no geral, Moraes celebra especial "muito boa para nós"
F1: Bortoleto revela as quatro lições que aprendeu com o ídolo Senna

F1: Bortoleto revela as quatro lições que aprendeu com o ídolo Senna

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Bortoleto revela as quatro lições que aprendeu com o ídolo Senna
F1: Lambiase permanece na Red Bull como engenheiro de corrida de Verstappen em 2026

F1: Lambiase permanece na Red Bull como engenheiro de corrida de Verstappen em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Lambiase permanece na Red Bull como engenheiro de corrida de Verstappen em 2026
F1: Ferrari focará em cumprir quilometragem com novo carro nos primeiros testes

F1: Ferrari focará em cumprir quilometragem com novo carro nos primeiros testes

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Ferrari focará em cumprir quilometragem com novo carro nos primeiros testes
Steve Phelps renuncia ao cargo de Comissário da NASCAR antes do início da temporada de 2026

Steve Phelps renuncia ao cargo de Comissário da NASCAR antes do início da temporada de 2026

NASCAR Cup
NASCAR Cup
Steve Phelps renuncia ao cargo de Comissário da NASCAR antes do início da temporada de 2026
Dakar: Guthrie vence e lidera em domínio da Ford na classificação; Moraes é 6º

Dakar: Guthrie vence e lidera em domínio da Ford na classificação; Moraes é 6º

Dakar
Dakar
Dakar
Dakar: Guthrie vence e lidera em domínio da Ford na classificação; Moraes é 6º
F1: 'Red Bull terá dificuldade em estar pronta no primeiro teste', admite chefe de engenharia da equipe

F1: 'Red Bull terá dificuldade em estar pronta no primeiro teste', admite chefe de engenharia da equipe

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: 'Red Bull terá dificuldade em estar pronta no primeiro teste', admite chefe de engenharia da equipe
F1: CEO da McLaren pede retorno do reabastecimento para evitar desclassificações

F1: CEO da McLaren pede retorno do reabastecimento para evitar desclassificações

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: CEO da McLaren pede retorno do reabastecimento para evitar desclassificações
Últimas notícias

História da Honda na Fórmula 1 vai além dos anos 1980

Japoneses marcam presença na categoria: duas vezes como construtores e três como fornecedores de motores

A vitoriosa parceria com a McLaren nos anos 1980, que será revivida a partir desta temporada, está longe de ser o primeiro capítulo da Honda na Fórmula 1. Há de cinco décadas, os japoneses marcam presença na categoria: duas vezes como construtores e três como fornecedores de motores, papel que desempenha hoje no time inglês.

Ao todo, carros com motores Honda respondem por 72 vitórias, fazendo dos japoneses o quinto fornecedor mais vitorioso da história da categoria.

De 1964 a 68

[publicidade] Na década de 1960, a Honda entrou pela primeira vez na Fórmula 1 – e como equipe de fábrica. Nessa época, a empresa já tinha mais de 10 anos de experiência com as corridas, mas tinha sua presença reduzida a competições asiáticas.

Inicialmente, o carro era muito pesado. Porém, um dos astros daquela época, o britânico John Surtees, acreditou no poderio japonês e entrou para a equipe em 1967, conseguindo uma vitória em Monza.

No ano seguinte, a equipe se dividiu em um projeto para o motor V12 e outro para o V8, com o qual Surtees se negou a correr por motivos de segurança. E estava certo, pois Jo Schlesser foi morto após bater e causar uma explosão logo na segunda volta de sua primeira corrida com o carro. No final do ano, a Honda deixou a Fórmula 1 pela primeira vez.

De 1983 a 92

A era turbo dos anos 1980 trouxe a Honda de volta à Fórmula 1, depois de colecionar vitórias na categoria de acesso da época, a F-2. Os japoneses retornaram com a Williams, em 1983. A primeira vitória dessa nova era viria no ano seguinte, em Dallas, nos Estados Unidos.

Com uma potência estimada em mais de 1000cv no V6 turbo, a Williams-Honda de Keke Rosberg tornou-se a primeira a fazer uma volta com média superior a 160mph (o equivalente a cerca de 257km/h), em 1985.

Em 1987, a Honda também fornecia motores para a Lotus, que tinha Ayrton Senna como piloto. E ambos migraram no ano seguinte para a McLaren para formar, com Alain Prost, uma das equipes mais vencedoras de todos os tempos.

O primeiro ano começou com 15 vitórias em 16 provas – e o primeiro título de Senna. Mesmo sem os turbo, a partir de 1989, a Honda seguiu dominando, conquistando outros três campeonatos seguidos.

Porém, em 1991 já estava clara a ascensão da Williams-Renault, que viria a dominar a categoria nos anos seguintes. Ao final de 1992, a Honda deixaria novamente a Fórmula 1.

De 2000 a 2008

A terceira era Honda seria aquela de menor sucesso, com apenas uma vitória em nove temporadas. Primeiramente, os japoneses retornaram como fornecedores de motor para a BAR. Em 2006, compraram a equipe e voltaram a ser construtora.

O projeto da equipe própria começou bem, inclusive com a vitória inesperada de Jenson Button no GP da Hungria de 2006, mas o carro seguinte foi um desastre e o time chegou a ser batido por seu cliente, a pequena Super Aguri, que usava o carro do ano anterior.

Mesmo com a contratação de peso de Ross Brawn e um pódio de Rubens Barrichello no GP da Grã-Bretanha, sob muita chuva, a Honda decidiu novamente deixar a categoria no final daquele ano.

Os japoneses mal sabiam, contudo, que o projeto que tinham desenvolvido para a temporada seguinte seria o melhor carro do grid. Com pouco dinheiro e motores Mercedes, a nova equipe Brawn acabou sendo campeã de construtores e de pilotos, com Button.
Artigo anterior Vettel chegou a pensar em deixar a Fórmula 1 ano passado, diz ex-chefe
Próximo artigo Button prevê início de temporada difícil com os motores Honda

Principais comentários

Cadastre-se gratuitamente

  • Tenha acesso rápido aos seus artigos favoritos

  • Gerencie alertas sobre as últimas notícias e pilotos favoritos

  • Faça sua voz ser ouvida com comentários em nossos artigos.

Edição

Brasil Brasil
Filtros