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Antigo chefe diz que Honda foi afetada por tempo fora da F1

Otmar Szafnauer exalta capacidade dos engenheiros japoneses e acredita que fabricante está a um passo de acertar a mão no projeto

Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Otmar Szafnauer, Chief Operating Officer, Force India
Fernando Alonso, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32, leads Kimi Raikkonen, Ferrari SF70H
Fernando Alonso, McLaren MCL32
Fernando Alonso, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Fernando Alonso, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32

A falta de experiência na F1 contemporânea tem sido o maior problema da Honda desde seu retorno à F1, argumenta Otmar Szafnauer, antigo vice-presidente da equipe da fabricante japonesa na categoria.

Enquanto há rumores de que a Honda poderia se separar de sua atual equipe de fábrica, a McLaren, Szafnauer acredita que é cedo demais para descartar a fabricante.

Ele diz que sua própria experiência trabalhando com a Honda, entre 2001 e 2008, mostrou que o fator comum entre as duas fases mais recentes é que, no início, a fabricante demorou um tempo para alcançar as demais e entender o que é necessário.

“O que eu vi foi que os caras que trabalharam no projeto da terceira geração [no fim dos anos 1990] e que vinham da segunda geração [anos 1980] tinham ótimo conhecimento da F1 e do que ela precisa”, disse Szafnauer, atual diretor da Force India.

“Eles conseguiam acertar no programa para poder competir no nível mais alto. Lembro quando chegou Takeo Kiuchi, que foi engenheiro de Senna e Prost. Dentro de dois ou três anos, tínhamos o motor mais leve e potente dos V10.”

“Ele sabia do que precisava e assim o fez. Terminamos com 968 cv e 88 kg, o que era um pouco mais leve e um pouco mais potente. Eles eram assim.”

“O que falta agora é experiência para entender o que é preciso. [Yusuke] Hasegawa esteve aqui antes, mas ele era engenheiro de controle. Não sei se eles possuem a força e experiência na engenharia do projeto.”

Szafnauer acredita que, uma hora ou outra, a Honda irá acertar a mão no projeto. “É preciso dar tempo à Honda, e, com certeza, eles vão chegar lá. Eles são engenheiros inteligentes, com todos os recursos, então eles vão chegar lá. Eles precisam de experiência, e é o que eles estão conseguindo.”

“Não podemos julgar rápido demais e ter uma reação de impulso. A Honda pode estar a um passo de acertar.”

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