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Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30

Embora a falta de velocidade da Honda nas retas tenha sido um ponto de destaque negativo no GP do Japão, o chefe de equipe da McLaren, Ron Dennis, disse que há um otimismo "a longo prazo" com a parceria. O sentimento se materializou após uma série de reuniões com engenheiros da Honda, em Tóquio.

"Eu cheguei a Tóquio muitos dias antes do GP. Eu acho que o período que eu gastei foi extremamente construtivo, tivemos discussões muito importantes. O modo como você constrói relacionamentos e atinge objetivos em conjunto é trabalhando de forma unida e sendo transparente", disse Dennis.

"Eu não consigo ver nada de positivo em críticas públicas", afirmou, certamente dando uma "cutucada" em Fernando Alonso pelo desabafo que fez no rádio da equipe criticando o motor Honda, comparando-o a um propulsor da "GP2".

Encontrando o limite

A Honda está planejando mudanças estruturais na unidade de potência para a próxima temporada, após identificar que alguns conceitos de design não são os ideais.

Dennis está ciente de que este progresso do motor não virá rápido, mas está orgulhoso em afirmar que os recentes problemas de confiabilidade não estão mais atingindo a equipe.

"As pessoas pensam, erradamente, que cada vez que você modifica um motor, você abre mão de um token. Não é assim que funciona", disse Dennis. 

"Você desenvolve os motores o quanto quiser. Há uma liberdade total fora do circuito e no número de motores que você utiliza. Apenas quando você tem uma melhoria significante no motor, você gasta um token", afirmou.

"Teoricamente, no mundo ideal, isso deveria acontecer a cada quatro corridas, mas nós tentamos apressar e isso afetou a confiabilidade", disse Dennis.

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