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Horner defende largadas de Webber e explica como é o processo

Nas posições ganhas nos primeiros instantes das provas deste ano, o australiano tem um saldo devedor de vinte lugares

O GP da Espanha foi uma das vezes em que Webber perdeu posições

A Red Bull pode ter o carro mais rápido do grid, mas, ao menos no caso de Mark Webber, a largada tem sido um ponto fraco. O saldo de posições perdidas/ganhas do australiano até agora é de -20. Culpa do carro ou do piloto? Para Christian Horner, chefe da equipe, é algo muito complexo de se medir.

“Tem sido uma combinação de coisas. Em Spa foi mais uma questão de cálculo da Renault, da quantidade de torque necessária. É uma consequência de não ter ensaiado largadas devido à condição do tempo, de ter mais aderência que o esperado e pela largada ser em terreno inclinado – tudo isso influência.”

Apesar de ser um sistema comandado em grande parte pela eletrônica, Horner afirma que o piloto também é importante no processo.

“Você tem duas embreagens, o piloto solta uma e depois a outra lentamente. Então, como eles preparam a embreagem no caminho para a largada é importante, os engenheiros lhes dão instruções do número de burn-ups que eles precisam fazer. Eles ensaiam religiosamente para deixar a embreagem limpa.”

“Depois é uma questão de combinar a demanda de torque com o ponto da embreagem. Os pilotos têm a posição do acelerador que têm de manter com o pé, e então segurar levemente a embreagem, soltar uma rapidamente e a outra mais devagar. No mesmo momento, ele tem de usar os espelhos retrovisores para ver o que está acontecendo ao seu redor.”

De acordo com Horner, é muito fácil alguma coisa não sair como o planejado.

“É muito fácil o pneu deslizar, assim como o pneu não girar o suficiente, o que também atrapalha a largada. Então, trabalhamos com uma janela muito pequena”, afirmou o dirigente, que saiu em defesa de seu piloto. “Mark teve algumas boas largadas mas, infelizmente, as ruins foram quando ele estava na frente.”

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