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Horner não aprova acordo de motores da F1: "muito fraco"

Chefe da Red Bull, Christian Horner não acredita que acordo de motores para as próximas temporadas resolverá problemas da Fórmula 1

Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal in the press conference
The FIA Press Conference (L to R): Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director; Yusuke Hasegawa, Head of Honda F1 Programme; Robert Fernley, Sahara Force India F1 Team Deputy Team Principal; Maurizio Arrivabene, Ferrari Team Principal; Toto Wolff, Mercedes AMG F1 Shareholder and Executive Director; Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal.
Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H
Daniil Kvyat, Scuderia Toro Rosso STR11
Daniil Kvyat, Scuderia Toro Rosso STR11
Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director in the FIA Press Conference
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB12
Kevin Magnussen, Renault Sport F1 Team RS16
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB12 running flow-vis paint, leads team mate Max Verstappen, Red Bull Racing RB12
Kimi Raikkonen, Ferrari SF16-H

A Fórmula 1 já tem um acordo de motores para as próximas temporadas, já que a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e as fabricantes de unidades de potência entraram em consenso sobre as medidas a serem tomadas até 2018. 

Apesar de as duas partes estarem bastante satisfeitas com o que alcançaram, há quem não goste do acordo. É o caso de Christian Horner, chefe da Red Bull.

"Ficou um pouco abaixo do que eu esperava. É um acordo que não exige muito esforço das partes. Corta-se um pouco os preços, lida-se um pouco com a equalização e a obrigação de fornecer motores às equipes clientes não se aplica de fato. Então é um acordo muito fraco", disparou.

"É uma pena, pois poderíamos fazer muito mais. Suponho, no entanto, que se você olhar pelo lado positivo o que teremos é melhor do que nada", disse.

Fabricantes satisfeitas

Apesar de Horner ter deixado evidente a insatisfação, tanto Renault quanto Mercedes se manifestaram publicamente para apoiar o acordo.

"Estamos satisfeitos com esse acordo. Agora sabemos com clareza o que precisaremos fazer nos próximos anos. Sabemos que estabilidade é algo importante, então aceitamos manter alguns padrões até 2020", disse Cyril Abiteboul, chefe da Renault.

"Também chegamos a um consenso no sentido de reduzir o preço dos motores para as equipes clientes e isso está claro. Além disso, buscamos ainda equalizar a performance, pois acreditamos que isso é importante para a F1", afirmou.

Toto Wolff, chefe da Mercedes, segue a linha de Abiteboul e crê que o acordo é um grande avanço. "Chegamos a uma redução significativa dos preços nos próximos dois anos e criamos um mecanismo para equalizar a performance dos motores", observou.

"Não só isso, colocamos uma cláusula de fornecimento obrigatório, então ninguém ficará sem motor. Muitas coisas boas, que levarão meses e exigirão trabalho pesado para que estejamos todos no mesmo nível. Acredito que o acordo é um grande passo à frente", completou.

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