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Horner quer o fim do acordo de restrição de gastos na F-1

Chefe da Red Bull diz que é difícil policiar os orçamentos e defende regulamento estável para controlar custos

No final de 2011, a Red Bull foi uma das equipes, junto de Ferrari, Sauber e Toro Rosso, que deixaram a FOTA, associação das equipes de Fórmula 1, por discordar da maneira que a entidade vinha lidando com a necessidade de cortar gastos na categoria.

A FOTA, fundada em 2009, estabeleceu um acordo de restrição de gastos. Porém, a dificuldade em gerir os orçamentos dos times gerou uma série de desavenças e acusações.

Para o chefe da Red Bull, Christian Horner, tal modelo de economia está esgotado e deve ser substituído pela estabilidade das regras, evitando que as equipes mudem constantemente seus carros. “Falamos sobre um teto orçamentário há cinco anos. A coisa mais difícil no mundo é policiar o quanto uma companhia gasta. Uma restrição de gastos é um acordo que é fundamentalmente falho devido às estruturas das empresas: a Ferrari opera de uma maneira completamente diferente de uma McLaren, uma Mercedes ou uma Red Bull. A melhor maneira de controlar gastos é por meio de regras estáveis.”

Para Horner, ao desistir de um acordo baseado nos gastos em si e focar na estabilidade das regras para controlar os custos da categoria, as equipes teriam a vantagem de deixar que a FIA as policie, evitando suspeitas de que um ou outro time esteja levando vantagem.

O dirigente destacou ainda que o futuro da categoria está em boas mãos pela forma como Bernie Ecclestone, CEO da FOM, detentora dos direitos comerciais da F-1, está lidando com a transição da TV aberta para a fechada.

“Bernie está estruturando isso de maneira que só quem já tem cobertura na TV aberta consegue contratos para a TV paga. Ele está cobrindo as coisas dos dois lados: você tem a cobertura mais especializada e completa na TV paga, ao mesmo tempo em que os espectadores casuais também têm o produto na TV aberta.”

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