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Kobayashi: triste com situação em terra natal

Catástrofes naturais no Japão mudam a forma com que o piloto da Sauber encara início da temporada 2011 da categoria

 

Era para ser um início de temporada alegre para Kamui Kobayashi. Depois de uma temporada de estabilização na categoria – quando não sabia se disputaria o campeonato semanas antes de seu início – o japonês entra em 2011 como principal líder da equipe Sauber.
 
No entanto, as catástrofes naturais em sua terra natal (um terremoto de magnitude 8,9 na escala richter, seguido de um tsunami que devastou a costa leste do Japão) fizeram o piloto voltar seus pensamentos para os milhões de conterrâneos que sofrem com a falta de alimentos, comida, moradia e a ameaça de um desastre nuclear decorrente dos danos às usinas do país.
 
Por meio da assessoria de imprensa da Sauber, Kobayashi comentou seus sentimentos e, por não ter muito como ajudar, pretende obter um ótimo resultado na corrida de abertura da temporada, no próximo domingo (27) em Melbourne, na Austrália. Ele acredita que pode dar um pouco de esperança aos japoneses.
 
"Com certeza, fiquei muito preocupado com meu país e fui para lá após o teste de Barcelona. Posso dizer que a situação é muito, muito ruim. Muitos perderam suas vidas, seus amados, ficaram desabrigados, estão sem comida e água no inverno frio. É difícil de acreditar que um cenário pior que o de qualquer filme tenha se tornado realidade. Precisamos nos unir em todo o mundo e ajudar. Estou preocupado que o país todo desapareça. É muito cruel", lamenta.
 
"Desde o terremoto e do tsunami, as notícias pioram a cada dia e não há nada positivo para nos apoiarmos no momento. Sinto que tenho de fazer algo, quero ajudar, embora não haja nada que possa fazer da minha parte. Com o tempo à disposição, o que posso fazer é ficar focado e totalmente concentrado na corrida de abertura em Melbourne."
 
"Originalmente, encarava essa prova com muita alegria. Agora, o que realmente quero é fazer o meu melhor para conquistar um bom resultado, o que talvez possa dar para as pessoas no Japão um pouco de esperança e notícias positivas", completa Kobayashi.
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