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Leclerc lamenta classificação ruim após 11º em Sochi: "Preferia largar em oitavo sem poder escolher pneus"

Monegasco quase se envolveu no acidente com Sebastian Vettel que causou uma bandeira vermelha no Q2

Charles Leclerc, Ferrari SF1000

Charles Leclerc bateu na trave e ficou de fora do Q3 por menos de um décimo e largará em 11º no GP da Rússia de Fórmula 1. Mas as coisas poderiam ter sido piores para o monegasco que, por pouco, não acabou se envolvendo no acidente de Sebastian Vettel no Q2.

O treino em Sochi foi apenas mais um capítulo da crise que a equipe italiana vem enfrentando em 2020, com seus pilotos constantemente sofrendo nos treinos classificatórios e nas corridas. Mas Leclerc, que segue tirando o máximo do carro e já conseguiu dois pódios em 2020, segue focado.

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"Eles me disseram que Ocon estava um, dois segundos atrás de mim, mas eu achei que era uma distância maior, que eu tinha uma margem maior", disse à Sky Italia. "Agora eu estou bravo, porque tudo aconteceu agora".

Leclerc destacou que não vinha andando bem no fim de semana e só encontrou o ritmo ideal na classificação, afirmando que preferia largar entre os dez primeiros sem escolher pneus no lugar de sua situação atual.

"Eu preciso me acalmar porque a corrida é amanhã, e é a corrida que distribui pontos Mas, para mim é um final de semana difícil. Até o treino de hoje eu não vinha andando bem, e comecei a achar o ritmo apenas na classificação. Mas não consegui mostrar o potencial do carro e lamento por isso".

"Escolher os pneus para amanhã, não sei se será uma vantagem tão grande assim. Vamos dizer que eu preferia largar em oitavo sem poder escolher o pneu. Agora vamos ter que maximizar o que temos em mãos".

O monegasco ainda falou brevemente sobre o susto levado com a batida de Vettel.

"Foi bem assustador, mas, com sorte, ele está bem e não foi muito pior do que aquilo. Para mim, é mais a tristeza de não passar para o Q3".

Q4: O grid do GP da Rússia, a batida de Vettel e o susto de Hamilton com Tiago Mendonça e Gabriel Casagrande

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