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Manor considera retorno à F1: “Negócios inacabados”

Contudo, dirigente diz que plano só seria possível caso categoria passe a implementar um teto de custos

Roberto Merhi, Manor Marussia MR03 Ferrari

A Manor, equipe que entrou em falência no começo ano passado, ainda sonha em poder retornar à F1, já que considera ter “negócios inacabados com a categoria”.

O time fez parte do grid entre 2010 e 2016, incluindo diversas trocas de dono e administração. Porém, no início de 2017, a equipe enfrentou sérias dificuldades financeiras, incluindo a perda da premiação financeira ao ter sido rebaixada ao último lugar no Mundial de Construtores ao fim da campanha anterior.

Graeme Lowdon era membro da administração anterior da equipe, ao lado de John Booth. A dupla deixou a chefia do time ao fim de 2015, mas ainda há planos para um retorno.

“Se nada mudar – ou seja, se não houver teto de gastos e os custos permanecerem os mesmos –, não poderemos voltar, porque é impossível correr contra essas grandes equipes”, disse Lowdon, antigo diretor executivo, ao jornal finlandês Turun Sanomat.

“Ouvimos da FIA e do Liberty que um trabalho está sendo feito para reduzir os custos para equipes privadas. Neste caso, estamos interessados em voltar. Booth e eu temos negócios inacabados na F1.”

A Manor entrou na categoria, ainda sob o nome de Virgin, justamente para tirar proveito de um teto de gastos que estava previsto para ser colocado em prática em 2010 – o que nunca aconteceu. Mesmo assim, a equipe conseguiu permanecer na F1 e pontuar em duas oportunidades: Mônaco-2014, com Jules Bianchi, e Áustria-2016, com Pascal Wehrlein.

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